quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Feliz 2009!!!!

No último post do ano de 2008, quero desejar aos meus leitores um fantástico Ano Novo.

Talvez, 2008 não tenha sido bom para vocês, mas é preciso fechar os olhos, respirar fundo e aproveitar essa época do ano para acreditar que 2009 vai ser melhor.

Recomendo que faça uma lista com alguns objetivos a serem alcançados. A lista pode ter vários itens ou pode ter um só. Não precisa escrever nada num pedaço de papel, faça uma lista mental das coisas que almeja realizar no decorrer de 2009. A lista mental é uma boa escolha porque com o passar dos meses, só os itens que realmente importam ficarão na sua cabeça.

Aproveito para dizer que a partir de janeiro de 2009, estarei escrevendo (ou tentando) os posts de acordo com a Nova Ortografia da Língua Portuguesa. Não vai ser fácil, mas temos que tentar nos acostumar com isso.

O blog tem uma nova foto no título. Ela foi tirada aqui em Barretos mesmo e, na minha opinião, ficou linda. A idéia inicial era colocar a foto de um pôr-do-sol, mas não resisti quando vi essas árvores na paisagem e as incluí na foto.

O “slogan” continua o mesmo: O blog do seu coração! Pode soar um pouco meigo, mas tem um pouco de malícia que eu mesmo coloquei ao digitar essa frase no meu teclado.

Enfim, algumas coisas mudaram e outras vão continuar as mesmas. Ano Novo é isso aí: mantemos o que está bom e tentamos mudar o que não agrada muito.

Que em 2009, tenhamos calma, força, paciência, menos ansiedade, mais coragem, menos medo do desconhecido, alta auto-estima, sonhos, amigos, família com saúde e um apartamento em Ubatuba.

Adeus Ano Velho, vejo você em minhas lembranças!

Feliz Ano Novo!

Eduardo Franciskolwisk

domingo, 28 de dezembro de 2008

Blog do Macaco Ted


Num certo dia, me disseram “Ei, olha esse blog!” e me mandaram o link (http://macacoted.wordpress.com/). Dei uma olhada no conteúdo e respondi “Eu juro que não fui eu!”. Mas gostaria muito que fosse, hehehe! É... resolvi ficar um pouco mais quieto no meu canto depois que a polícia me chamou para dar explicações sobre um texto meu publicado no jornal daqui de Barretos.

É um blog barretense que expõe com audácia os problemas de Barretos. E quando eu digo audácia, me refiro a coragem desmedida com que os posts citam pessoas públicas (peixes grandes) da nossa cidade. Só que o melhor de tudo é que os nomes dessas pessoas não são ditos. É o leitor que liga os fatos às pessoas com a ajuda de algumas pistas.

Ninguém sabe quantas pessoas ajudam a escrever o blog, sabe-se que existem vários primatas autores de posts. Ninguém sabe quem é (ou são) o autor do blog. E isso vai ficar assim por muito tempo! Então, por favor, parem de perguntar “quem é vc?” no orkut do Macaco Ted. Como sabemos, ele é um macaco e não um burro!

Por que o blog fez sucesso? Porque diz a verdade que os jornais impressos não têm a coragem de dizer! Os jornais impressos de Barretos não podem fazer denúncias. Tem que ser sempre a mesma coisa de sempre. Claro, para evitar processos, manter os anunciantes (será que estes seriam os denunciados?) e ser feliz! Todos os jornais daqui têm o seu lado político. Só que concordam em um ponto: em não denunciar nada! Já o Macaco Ted joga uns verdes e o pessoal nos comentários devolvem maduros!

O blog tem um lado cultural que os jornais daqui também ignoram. Eu confesso que não me interesso por essa parte porque aqui em Barretos cultura não existe. Suspeito que a culpa seja da prefeitura: teatro não tem, cinema não tem, livraria não tem (ok, a Nobel, mas tomara que ela não feche), shopping não tem, lazer não tem (ok, 10 dias em agosto, mas não conta, né?).Talvez, se os jornais fossem dessem mais espaço para esse tema, minha mente não seria tão fechada.

Enfim, o blog vale a pena. Se não valesse, não faria tanto sucesso. E os jornais impressos de Barretos poderiam repensar a maneira de fazer jornalismo.

Vida longa ao Blog do Macaco Ted e às suas macaquices.

Eduardo Franciskolwisk

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Morte versus Vida

É incrível como a vida e a morte estão sempre do lado de quem não as quer. Talvez seja aquela coisa de “ninguém nunca está feliz com o que tem”. Quem quer viver, tem de lutar contra a morte. Já quem quer morrer, tem de lutar contra a vida. Caramba, por que tem de ser assim?

Não seria mais fácil a pessoa que quer morrer, morrer e a pessoa que quer viver, viver?

Há pessoas apaixonadas pela vida. Querem aproveitar tudo de legal que o mundo pode oferecer: as pessoas, a natureza, o trabalho, as viagens, o amor, a família, o fim-de-semana, etc. Mas é incrível como a morte pode estar perto dela. “Ei, sai pra lá Morte! Eu amo a Vida.”.

Por outro lado, há também aqueles que não vêem graça na vida porque ela já não tem muito sentido e por isso estão mais ligadas à morte. Para essas pessoas o pôr-do-sol é uma “grande bosta”, ganhar um presente já não as deixam feliz e aquele cheiro de Natal que sempre aparecia no mês de dezembro, passa a não ser sentido mais. E apesar de pedir para a morte levá-las, esta passa bem longe delas!

Afinal, quem está certo? Quem está errado? Na minha opinião: ninguém. Acho que da mesma forma que todos têm direito à vida, também têm direito à morte.

O que me fez pensar nisso tudo é que em uma semana um cara que estudou comigo quando era criança se matou e uma das minhas primas descobriu que está com câncer. Ou seja, o cara tinha a vida e queria a morte. Já minha prima, quer a vida e a morte apareceu bem perto dela.

O cara se matou num dia em que eu pensava fazer a mesma coisa. Mas eu não fiz. E não condeno o suicídio, acho uma coisa corajosa de ser feita. Porém, quem se mata tem de estar ciente de tudo o que vai perder. A vida, mesmo quando é chata, tem sempre seus momentos fantásticos. “O que o levou ao suicídio?” As pessoas sempre vão se perguntar porque ele fez isso, onde foi que erraram com ele, porque não puderam ajudá-lo. Só que nunca vai haver respostas porque ele as levou consigo.

No meu caso, eu prefiro mais a morte do que a vida chata que levo. E por este motivo, sempre que eu vejo alguém da minha família que gosta da vida com alguma doença, penso “Porque não eu? Porque não eu, já que para mim, ultimamente, não faz muita diferença morrer ou viver.”

A vida já não tem graça. Os meus sonhos impossíveis de se realizarem, eram possíveis ser sonhados; agora já não consigo sonhar mais. Não vejo mais a luz no fim do túnel. Sempre que eu consigo acender uma vela pala iluminar a minha escuridão, vem uma anta e a assopra, apagando mais uma vez a minha vontade de ser alguém melhor.

Eu estou levando a vida com a barriga. Os sentimentos e as emoções estão cada vez mais diminuindo de intensidade. Talvez, um dia acabem; talvez, não. Mas uma coisa é certa, é melhor morrer do que viver uma vida igual à minha.

Eduardo Franciskolwisk

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Contato - Carl Sagan

O filme Contato mudou para sempre a minha opinião sobre a existência de vida inteligente fora da Terra. Me fez ver que o universo é realmente muito grande e que se só nós existíssemos, seria um tremendo desperdício de espaço.

No começo do filme, a futura cientista tem uma conversa com o pai:
“– Pai, será que tem gente em outros planetas?
– Não sei, Estrelinha. Mas sabe o que eu acho? Se só nós existíssemos, seria um tremendo desperdício de espaço.”


Em outro diálogo, a cientista Ellie explica a probabilidade de haver vida inteligente fora da Terra:
“– Existem 400 bilhões de estrelas só na nossa galáxia. Se apenas uma em um milhão tiver planetas e se uma em um milhão dessas tiver vida e se uma em um milhão dessas tiver vida inteligente, deve haver literalmente milhões de civilizações no universo.
– Se não houvesse seria um tremendo desperdício de espaço.”


Diálogo entre reverendo e cientista, quando ela não é escolhida para viajar na máquina.
– Por que você fez aquilo?
– Nossa missão era escolher alguém para falar por todos. Eu não poderia votar numa pessoa que não acredita em Deus. Alguém que acha honestamente que 95% dos seres humanos sofrem de uma ilusão coletiva.
– Eu disse a verdade ali. E Drumlin disse exatamente o que você queria ouvir.

Por ter descoberto os sinais enviados por extraterrestres, a cientista Ellie Arroway deveria ter a honra de fazer o primeiro Contato. Mas como os humanos são desprezíveis, outra pessoa é escolhida em seu lugar.

Nessa conversa, Ellie dá uma no estômago do cara que estava no lugar dela.
“– Ellie.
– Parabéns, David.
– Que bom que você veio. Não esperava vê-la aqui.
– Bem, vou trabalhar no Centro de Controle. Por ter feito a descoberta, devo ter valor para a opinião pública.
– É claro. Sei que deve estar achando tudo isto muito injusto. Talvez seja até pior do que isso. O que não sabe é que eu concordo. Eu gostaria que o mundo fosse honesto e um idealismo como o seu fosse recompensado e não explorado por outros. Infelizmente, o mundo não é assim.
– Engraçado... Sempre achei que nós que fazíamos o mundo.”


Durante o contato, Ellie escuta isso do alienígena:
“Vocês são uma espécie interessante, uma mistura peculiar. São capazes de sonhos tão lindos e pesadelos tão horríveis. Sentem-se tão perdidos, tão isolados, tão sozinhos, mas não estão sós. Em todas as nossas buscas, a única coisa que torna o vazio suportável são os outros.”

Ellie sobre sua viagem:
“Eu recebi algo maravilhoso, algo que me mudou para sempre. Uma visão do universo que nos mostra sem dúvida quão pequeno, insignificantes, mas raros e preciosos todos somos. Uma visão que mostra que fazemos parte de algo maior e que nenhum de nós está sozinho!”

Ciência e religião, sempre se encontrando...
“– Reverendo Joss, em quem acredita?
– Como homem de fé, não sigo a mesma doutrina que a Dra. Arroway. Mas nossa meta é a mesma. A busca da verdade. Eu acredito em Ellie.”


No final do filme, uma criança pergunta para a cientista:
“– Existem outras pessoas no universo?
– Boa pergunta. O que você acha?
– Eu não sei.
– Boa resposta. Um cético! O mais importante é vocês buscarem suas próprias respostas. Mas te digo uma coisa sobre o universo: o universo é um lugar muito grande, maior do que qualquer coisa que qualquer um pode sonhar. Portanto, se só nós existíssemos, seria um tremendo desperdício de espaço.”


A Navalha de Occam: diz que, se der no mesmo, a explicação mais simples é a certa.

Por causa desse filme, virei fã de Carl Sagan (foto).

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Puta merda, cacete!!!!

Mas que porra!

Não tô conseguindo escrever nada com nexo, cacete!

Merda, cu, bosta!


Ajudem aí nos "palavrão" que eu já fiquei sem idéia. Fiquem à vontade.!!!





Espaço reservado para os xingamentos dos leitores





Eduardo Franciskolwisk

Para esse post não ficar totalmente inútil, vai a parte de uma música que ficou na minha cabeça enquanto eu escrevia essa merda!

"....mas acorrentado ninguém pode amar...."

Elis Regina e Jair Rodrigues

sábado, 15 de novembro de 2008

Não sou inteligível, sou burro!

Eu devo ser muito burro! As pessoas não entendem o que eu falo. Eu explico, explico e ninguém entende nada. Devo ser daquelas pessoas que, literalmente, não falam coisa com coisa.

E chego à conclusão de que sou burro porque, certo dia, li a seguinte frase:

“Quando não somos inteligíveis é porque não somos inteligentes.” – Victor Hugo

Traduzindo a frase para o português do MEU cotidiano:

“Quando ninguém entende o que você fala é porque você é burro.”

ou

“Quando não somos claros é porque não somos inteligentes.”

Tudo o que eu falo, ninguém entende. Eu não me expresso bem verbalmente. Deve ser por isso que eu não gosto muito de falar. Sei que dou explicações correndo (deve ser porque não gosto de dar explicações), sou uma aberração para contar piadas, fatos, filmes, etc.

Eu já me considero um burro! A cada dia que passa eu fico mais burro! Enquanto os outros ficam mais inteligentes, eu fico mais burro. Mas, às vezes, eu paro para pensar e me pergunto se burras não são as pessoas com as quais converso.

Elas não me entendem por que eu não explico direito ou não são capazes de me acompanharem no pensamento? Ou será que, simplesmente, não prestam atenção no que eu falo?

Tá certo, não vou tentar jogar a culpa nos outros. O problema sou eu e pronto. Se não fosse, as outras pessoas teriam esse mesmo problema entre elas e isso não acontece.

Por isso, não me chamem mais de Eduardo. A partir de hoje, sou Burro. Igualzinho ao meu xará aí do lado.

Eduardo Franciskolwisk

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Diálogo entre avó e neto.

Essa parece piada do Joãozinho, mas aconteceu aqui em casa.

O Mateus estava conversando com sua avó (minha mãe, por tabela...) quando soltou essa:

– Vovó, o José da minha escola fala “Eu vou mijar nas CARÇA!” Está errado, né?

Minha mãe, professora de português, ficou feliz de ver o neto de 4 anos mandando bem no português e quis conferir:

– Ah, é Mateus? E como é o certo?

Ele sem titubear respondeu:

– O certo é pedir para a professora levar ele no banheiro.

Eduardo Franciskolwisk

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Eurofarma erra e eu não sou bem atendido

Tudo começou à noite, quando fui tomar cloxazolam de 2 mg da Eurofarma. Ao abrir o blister, o comprimido estava pela metade. Achei isso estranho e fui reparar para ver ser o resto estava em ordem. Não estava! No local onde deveria conter um comprimido não havia nenhum. E mais tarde achei a outra metade daquele comprimido junto com um outro inteiro.

Até aí eu estava tranqüilo. Tirei fotos do blister e mandei para o atendimento da Eurofarma, para que eles vissem que eu não estava mentindo. Por se tratar de um medicamento de tarja preta, não esperava ser ressarcido com um outro comprimido. E muito menos com dinheiro, eu não queria dinheiro. Dei meu endereço e pedi para que eles me mandassem canetas, livrinho com todas as bulas dos medicamentos que eles fabricam (porque sou farmacêutico e isso seria interessante para mim) ou agenda, enfim, queria qualquer coisa para compensar aquele comprimido que não veio. A resposta que recebi foi:

“Em atenção à sua solicitação, informamos que não dispomos do material para envio.”

O engraçado é que quando eu liguei no 0800, a moça disse que eles tinham esse material, mas que só era destinado aos médicos. Exclusivamente, aos médicos! E aos farmacêuticos? Não, claro que não. Concluindo, eles tinham o material para mandar só que não estavam com boa vontade para enviar.

Eu achava que estava facilitando as coisas porque medicamento controlado é um assunto muito delicado e pode dar cadeia por tráfico de drogas caso haja venda sem receita médica.

Então, escrevi outro e-mail dizendo que eu precisava repensar em quais laboratórios confiar e que me colocava a disposição 24 horas, 7 dias por semana no meu endereço residencial para que eles me mandassem qualquer coisa que pudesse compensar o erro deles. Inclusive, uma carta com pedidos de desculpas.

Terminei dizendo que já não acreditava muito no “atenciosamente” que eles escrevem em todos os e-mails.

E agora, estou aqui, esperando a carta da Eurofarma pedindo desculpas. Mas vou continuar esperando. Da mesma forma, eu esperava ser bem atendido por eles. Vou continuar esperando...

Eduardo Franciskolwisk

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Miranda!

No início de uma certa madrugada, passou no canal Sony um clipe de uma música que me chamou a atenção. A música era em espanhol e as imagens um pouco engraçadas (ou toscas, como preferirem!). Era o clipe de Perfecta. Procurei o vídeo no Youtube e depois puxei o mp3 para escutar no meu tocador. Não feliz, fui atrás da letra desta música e me apaixonei por ela. Perfecta conta a história de um homem e uma mulher que eram amigos e que num belo dia beberam demais e acabaram “ficando”. E quando eles perceberam o que tinha feito, viram que era aquilo o que eles queriam. “Perfeitamente, exatamente, o que eu sempre sonhei” eles dizem na música.

Mas afinal de contas, de quem era essa música? Miranda? Pensei que não seria esse o nome, por se tratar de uma banda e não de uma pessoa apenas (no caso o tal do Miranda). Me enganei, a banda se chama Miranda!. (Eu também tinha pensado que o Miranda era o cara que tinha escrito a letra da música, mas isso fica ente nós, ok?)

Miranda! é uma banda argentina (si, nuestros hermanos) que começou em 2001 e hoje é considerada a banda mais renovadora do pop eletrônico da Argentina. O nome da banda é uma homenagem ao ator argentino Osvaldo Miranda, que era símbolo de glamour e elegância nos anos 50. Os integrantes são Alejandro Sergi, Juliana Gattas, Lolo Fuentes, Bruno de Vincenti e Nicolás Monoto Grimaldi. O modo de se vestirem é muito estranho, chama atenção mesmo. Têm aparência gay, mas eles afirmam que não são. Enfim, acho que fazem isso porque faz parte do show deles. Prestem atenção no clipe Perfecta e você verá que todos são ótimos atores.


Um dos discos deles, que se chama “El disco de tu corazón”, deu origem ao slogan do meu blog “O blog do seu coração!”. A capa deste disco é a imagem logo acima.

Vale a pena puxar algumas músicas para conhecê-los, pois são gostosas de ouvir e a as letras são muito boas. Recomendo: “Enamorada”, “Traición”, “Perfecta”, “Prisionero” e “Te atreviste e me mori”.

Quem sabe, num futuro próximo, eles não apareçam aqui no Brasil?

Eduardo Franciskolwisk

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Voto Nulo e Voto em Branco. Protesto? Não!

Eu sei que as eleições já passaram, mas algum dia (quem sabe daqui a 2 anos) este texto vai ser útil para alguém.

O voto nulo e voto em branco não são votos válidos. Eles não são computados para nenhum dos candidatos e são contados apenas para fins estatísticos. São excluídos para determinar quem vence a eleição e também são excluídos para calcular o coeficiente eleitoral.

Voto em branco: Esqueça aquela história de que o voto em branco vai para o candidato com maior número de votos no último turno. Isso não existe!

Voto nulo: Não anulam as eleições! Algumas pessoas acham que se a maioria (50% + 1) votar nulo, as eleições serão canceladas e novos candidatos obrigatoriamente substituirão os que causaram a anulação da eleição. Não é assim. O que causa a anulação de uma eleição é a “nulidade de votos” (que são votos fraudados e de outros casos) e mesmo assim, os candidatos serão os mesmos.

Enfim, o voto nulo é considerado um erro do eleitor e o voto em branco indica que ele se conforma com qualquer um dos candidatos que for eleito.

Os votos de protesto, onde o eleitor poderia demonstrar a sua insatisfação com o sistema eleitoral ou com os candidatos, já foi possível graças às cédulas de papel nas quais os eleitores escreviam o nome do candidato de sua preferência. Foi o que aconteceu com o Macaco Tião, no Rio de Janeiro, e o Rinoceronte Carareco, em São Paulo, que tiveram votos em quantidades expressivas. Os votos eram considerados nulos, mas as pessoas se divertiam e protestavam. Com a urna eletrônica, já não é possível protestar assim. Mas poderiam inventar o botão “Nenhum dos candidatos”.

Portanto, pessoal, se vocês quiserem protestar votando nulo ou em branco, estão perdendo tempo. O negócio de protesto é arregaçar as mangas, pintar os rostos e ir para as ruas bater panelas.

Eduardo Franciskolwisk

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Sacanagem com a velhinha

Meses atrás, emprestei 30 reais para uma senhora. Ela me pagaria alguns dias depois.

Alguns segundos se passaram, alguns minutos se passaram, algumas horas se passaram e, enfim, alguns dias se passaram. Lá estava ela pronta para realizar o pagamento de 20 reais. Ela pagaria os outros 10 reais quando pudesse. “Tudo bem”, eu disse.

Novamente, segundos, minutos, horas, dias e, desta vez, meses se passaram. E o pagamento não veio. Eu não cobrei e não vou cobrar. Mas comecei a desconfiar de que ela não estivesse com a intenção de me pagar. Ela se fingia esquecida e eu também. Beleza. O mundo dá voltas...

Aí, esses dias ela veio com uma história de vender trufas a 1 real cada. Nessa hora, comecei a bolar um plano bem sacana com ela. Pedi que ela me trouxesse 3 trufas, mas não falei nada do pagamento. Ela dava indiretas do tipo “Hoje, eu vou ter que pagar a moça das trufas... Quantas você pegou mesmo? Foram 3, né?”.

A senhora parou um tempo de vender as trufas e eu, propositalmente, nem lembrava que devia 3 reais para ela.

Esses dias, uma pessoa pediu para ela trazer trufas e eu estava perto. Aproveitei a oportunidade e pedi mais 7 trufas, 5 de brigadeiro e 2 de morango. Então, a senhora das trufas falou “Quantas trufas você pegou da vez passada?”. Respondi que tinham sido 3 de brigadeiro. “Aí, o seu pedido completa 10 trufas, né?”

Quando ela falou isso, eu pensei na hora que ela já tinha sacado o meu plano e achei que ela não levaria o pedido no outro dia. Felizmente, me enganei. A primeira coisa que fiz foi pegar as minhas 7 trufas e jogar dentro da minha mochila. E quando já ia saindo pela tangente, ela comentou de novo: “Agora, completou 10 trufas, né?”. Eu confirmei dizendo que sim, mas nem falei em pagamento.

Não falei e não vou falar. Eu já consegui o que queria, que era não perder meus 10 reais. Pode ser pouco? Pode. Mas é meu! Consegui inverter a situação: ela me devia e agora eu também devo a ela. Não vou dizer uma palavra sobre pagar ou receber. Quero que ela tome a iniciativa de me cobrar.

E quando ela fizer isso, eu vou dizer: “Ixi... hoje eu estou com dinheiro, mas eu vou precisar dele para comprar pão. Posso te trazer amanhã?”. Independente do que ela me responder, eu vou esperar um pouquinho, me fingir de esquecido e depois de lembrado. “Ah... Sabe o que eu lembrei agora? Lembra daqueles 10 reais que você ficou me devendo e que ainda não pagou? Então... desconta desses 10 reais que estou te devendo. Aí, ficam elas por elas.”

Sim... Esse é o meu plano. É a sacanagem que eu pretendo fazer com ela. E tomei essa decisão definitiva um dia em que a ouvi dizendo “Se tivesse acordo, mas não tem... O mundo é dos espertos!”. Como eu sei que com ela não tem acordo e que ela não me acha muito esperto. Sacanagem nela!

Eu não sei qual vai ser a opinião de vocês, mas eu vou achar muito gozado!

Eduardo Franciskolwisk

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Minha gatinha se foi...

Enquanto terminava de me arrumar para ir trabalhar, ouvi a vizinha dizendo do lado de lá do muro:
– Ai, tem um gato morto aqui no corredor!
Tive muitos pensamentos naquele momento que podem ser resumidos em um só: “Eu ainda não vi a minha gata hoje!”. Imediatamente, tive a certeza de que era ela. Todos os dias de manhã ela ficava comigo e naquele dia, ela não estava.

Ela era única. Fazia coisas únicas! Sabia abrir portas (embora não tenha aprendido a fechá-las), fazia xixi na privada (embora não tenha aprendido a dar descarga) e só bebia água corrente da torneira.

Estava comigo em todas as minhas refeições para que eu dividisse o que estivesse comendo. Chocolate, lasanha, salsicha, hambúrguer, bolacha de chocolate, enroladinho de presunto e queijo ou sorvete. Não importava o que era, ela queria um pedaço.

Minha gata Datinha era sempre a primeira a me recepcionar quando chegava em casa. Parecia que ela já sabia que eu estava chegando.

Ela não gostava que a pegassem no colo, mas agüentava pacientemente quando eu, o Mateus ou a Isabela fazia isso insistentemente.

Ela tinha história. Apareceu em nossas vidas numa história!

Eu, um cara sério e 25 anos de idade, brincava de pega-pega com a minha gata. E morria de rir quando ela dava um pulo altíssimo depois de darmos um susto nela. Só quem tem um gato sabe como ele pode ser divertido e confiável.

Já ganhei inúmeros presentes dela. Passarinhos, morcegos e ratos. Tudo, claro, colocado bem embaixo da minha cama. Eu já li que quando um gato te traz um presente desses, você não pode ficar bravo com o animal e sim, agradecê-lo porque dessa forma ele está demonstrando uma de suas qualidades, ou seja, a de que é um bom caçador e que ele pode te ensinar a caçar.

Essa gata entrou num momento muito complicado da minha vida e ficou até o dia de ontem me fazendo companhia. Agora, ela foi morar junto com os nossos outros gatos, cachorros e parentes. Animais têm alma como os humanos e os dois vão para o mesmo lugar quando morrem.

Hoje, eu falei para a minha mãe:
– Nossa, mãe, parece que eu estou vendo vultos da gatinha!
E ela me disse:
– Eu não queria te falar nada... Mas eu também já vi.

Os vultos acontecem em algumas situações em que eu normalmente estaria com ela. Por exemplo, indo para a cozinha e ela passa na minha frente correndo.

Ela era a minha “Fortaleza da Solidão”! Sempre que eu estava sozinho, rindo ou chorando, ela estava por perto. Por isso, no fundo eu não estava sozinho.

E depois de todos esses anos de companhia, eu só posso agradecer!

Valeu! Valeu mesmo, Datinha!!!

Eu posso chorar porque ela morreu ou posso sorrir porque ela existiu. Mas como eu sou idiota, fico com as duas opções.

Ah... E antes que eu me esqueça, é bom deixar registrado aqui que, modéstia à parte, ela tinha lindos olhos azuis!

Eduardo Franciskolwisk

domingo, 21 de setembro de 2008

Os grandes também erram.

Se você tem a sensação de que não pode errar nunca, tire isso da cabeça. As coisas nunca vão ser perfeitas e um erro, por menor que seja, sempre vai existir.

Quem nunca achou um bigato* no chocolate? Ou numa paçoquinha... Bem, se você nunca achou, lamento dizer, mas é grande a possibilidade de que você o tenha ingerido.

Grandes empresas também erram!

Grandes homens também erram!

E isso talvez sirva de consolo para a gente: Se eles erram, porque não teríamos esse direito?

Isso mostra que podemos ser competentes mesmo não acertando todas as vezes.

Um errinho pequeno não faz mal a ninguém!

Um bigato no estômago não faz mal a ninguém (desde que os olhos não os tenham visto).

Eduardo Franciskolwisk

* Bigato é aquele bichicho que vc encontra na goiaba, no alface e em outros alimentos. É uma larva, um verme, parece uma minhoquinha!

Nossa, fiquei surpreso com a quantidade de pessoas que não sabem o que é bigato. Provavelmente, é uma palavra regional (mais provável que seja uma gíria do mundo caipira). Não existe nos dicionários da língua portuguesa, nem no Houaiss.

Aprenderam o que é um bigato?

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Cadê o erro?



O que tem de errado nesse informativo que veio junto com um brinquedo do Sucrilhos, da Kellogg´s?

Ou o erro foi do INMETRO?

Clique na foto para ampliar e procure.

Eduardo Franciskolwisk

domingo, 7 de setembro de 2008

Marketeiros sem criatividade!

Não considero os dois principais candidatos de Barretos ruins. Ruim é a criatividade do marketeiro deles.

Tanto Uebe Rezeck (atual ex-prefeito) quanto Emanoel Carvalho (atual prefeito) buscam mais um mandato nessas eleições de 2008. E o “jingle” da campanha deles rima NOVO com POVO. Dá só uma olhada:

“... Eu quero Uebe Rezeck, quero de NOVO.
Pra a alegria e para o bem do nosso POVO...”.

“... Vou votar 14. Emanoel de NOVO.
Vou votar 14. É a voz do POVO...”.

Com certeza, se tivesse um terceiro candidato que também já foi prefeito, as rimas não seriam diferentes! Até a musiquinha do César Contijo teriam essas rimas se ele estivesse disputando. Seria mais ou menos assim:

“Não quero perder de NOVO
Agora, eu imploro, meu POVO.”

Já o “jingle” do candidato Gilberto, felizmente, não rima novo com povo, mas é meio paradão quando comparado com os outros dois. Vou pôr a letra aqui só pra não dizerem que eu não dei bola pra ele.

“Pra Barretos representar,
45 vamos votar.
Gilberto e o Mamed,
45 eu vou votar.”

Já me perguntei se existe alguma outra palavra que rime com POVO e NOVO. É difícil, eu sei, só consegui pensar em OVO, mas eles poderiam tentar rimar NOVAMENTE com GENTE. Agora, eu pergunto pra vocês, quais outras palavras rimam com POVO e NOVO?

Eduardo Franciskolwisk

PS: Primeiro, pensem um pouco. Se conseguirem, deixem a palavra nos comentários. Se vocês não conseguirem, apelem para a tecnologia: Rimador – (http://www.sonetos.com.br/rimador.php)

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

O Rico e o Pobre - por Dentro do Fora.



Hoje, enquanto ia a pé para a Região dos Lagos fazer minha caminhada, parou um carrão do meu lado. O carro era lindo e parecia ser daqueles bem caros, ou seja, era carro de rico. O homem que dirigia estava sem camisa e tinha um barrigão enorme.

Aí, ele olhou para mim e perguntou:

– Você sabe por que eu estou nesse carrão e você está andando a pé?

Com certeza ele respondeu pra si mesmo “Porque eu sou rico e você é pobre!”

E eu, com muita sinceridade, respondi:

– Porque você quer ter esse barrigão aí e eu não quero, não!

Eduardo Franciskolwisk

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

O que é Jornalismo?

"Jornalismo é publicar o que alguém não quer que seja publicado; todo o resto é publicidade."

George Orwell


E não me perguntem quem é esse George, porque eu não sei... Vi essa frase num vídeo sobre a liberdade de imprensa e censura, gostei e copiei!

Abaixo, outras frases que eu gosto sobre JORNALISMO!

"Não se faz jornalismo sem se fazer vítimas."

"Jornalismo é separar o joio do trigo. E publicar o joio."

"A Imprensa não ganha eleição. Mas ajuda a perder."

"Às vezes, a única coisa verdadeira num jornal é a data."

"No jornalismo, quando um quer, dois entram em contradição."

"Médico acha que é Deus. Jornalista tem certeza."

"Alguns jornalistas são filhos da pauta."

"Imprensa é a arte de dizer que Lord Jones morreu a quem nunca soube que Lord Jones existiu."

"Só existem duas maneiras de fazer carreira em jornalismo. Construindo uma boa reputação ou destruindo uma."

"Não foi o mundo que piorou. As coberturas jornalísticas é que melhoraram muito."

"Quem não sabe que a liberdade de imprensa produz abusos? Mas quem não percebe, igualmente, que a extinção de liberdade de imprensa produziria abusos muito maiores?"

Amanhã (ou hoje ainda...) vou ver se escrevo sobre o por quê do meu interesse em jornalismo. Sei lá o que vai sair, mas eu vou tentar.

Eduardo Franciskolwisk

sábado, 23 de agosto de 2008

Italianas: EU VÔ!!!

As brasileiras que me desculpem, mas as italianas são as mulheres mais bonitas e gostosas do mundo.

A prova disso está numa matéria do Pânico na TV com o Christian Pior e Sabrina
Sato. Eles viajaram para a Grécia e gravaram numa praia de Mykonos. Foi ao ar no domingo do dia 17 de agosto e os links do You Tube são esses:

Parte 1 – http://www.youtube.com/watch?v=g0-MwzDHzfI

Parte 2 –
http://www.youtube.com/watch?v=WedMlVnxjE0

As mulheres também
podem assistir porque não tem nada de pornográfico e é engraçado pra caramba. Só peço que elas não fiquem com inveja, hehehe. Mas prestem atenção que até o Christian Pior que é gay também acha as italianas lindas. E a Sabrina elogia muitas vezes as meninas na praia.

As italianas são diferentes das mulheres do resto da Europa. São brancas, mas não albinas. Têm olhos lindos (e isso já é meio caminho andado pra mim). Têm peito, bumbum e pernas na quantidade exata, não precisa tirar e nem pôr! Barriga lisinha... uau! Elas, lógico, falam italiano! Quer coisa mais romântica?

O Brasil é um povo feito da mistura de vários outros povos. E aí, estão incluídos os italianos! Por isso, aqui tem muita garota “italiana”: linda, gostosa e com olhos fantásticos!

Não estou iludido, achando que todas são perfeitas! Eu sei que lá na Itália também deve ter as aberrações da natureza. São aqueles casos onde a mãe joga a filha fora e cria a placenta. Nessas, eu NUM VÔ!!!

Mas nas gatinhas lindas, EU VÔ!!!


Eduardo Franciskolwisk

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Por favor, não encham o meu saco!

Eu odeio quando estou fazendo alguma coisa e vem alguém encher o saco. Principalmente quando estou escrevendo.

Tira toda a minha concentração. Meus pensamentos perdem o rumo. Não consigo mais direcionar minhas idéias. Fico perdido como um cego pelado no meio de um tiroteiro. E é tão difícil, tão cansativo tentar colocar a minha concentração e meus pensamentos no lugar onde estavam que eu, na maioria das vezes, desisto.

É por isso que eu tenho tantos textos inacabados. Tenho vários arquivos word com apenas uma linha e alguns rabiscos com a idéia central do que eu gostaria de escrever naquele momento, para talvez escrever depois. Mas nunca funciona porque a idéia e a empolgação não são as mesmas.

“A porta mais bem fechada é aquela que pode ser deixada aberta.” A pessoa que escreveu esta frase devia ter o mesmo problema que eu. Ela também deve ter percebido que quando a porta do quarto está aberta, escancarada, ninguém vem nos amolar. Basta fechar a porta, trancando ou não, para que as visitas comecem a chegar. É como se pensassem “Hum... ele fechou a porta... Deve estar fazendo alguma coisa interessante ou errada lá dentro. Fiquei curioso, vou lá ver...”.

Hoje, por exemplo, não tem ninguém da minha família em casa. Mas foi só eu fechar a porta para que viessem me encher 3 vezes. Se eu disser que enquanto escrevia este parágrafo, me encheram mais 2 vezes, alguém aí acreditaria? E quem disse que eu quero saber que a tomada deu curto-circuito... ontem...

O pior de tudo é que quando eu preciso que me encham o saco, quando eu quero que isso aconteça por estar me sentido sozinho no mundo, isso nunca acontece. Só acontece quando eu quero ficar sozinho. Até no MSN isso acontece. Quando estou on-line, fazendo plantão pra conversar com alguém, não aparece ninguém! É só eu mudar os status para “Ocupado”, “Volto logo” ou “Ausente”; e as pessoas puxam papo.

É sempre assim, isso é pura matemática:
Quero ficar sozinho = Muita gente em cima de mim.
Quero muita gente em cima de mim = Sempre fico sozinho.

Então, vamos combinar o seguinte. Quando a minha porta estiver aberta, entre! Mas quando estiver fechada, por favor, não encham o meu saco!

Eduardo Franciskolwisk

sábado, 19 de julho de 2008

domingo, 6 de julho de 2008

Enquanto isso, no balcão lá da farmácia...

No balcão lá da farmácia tinha uma frase que é tão boa e legal que eu copiei e estou colocando aqui.

"O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas imcomparáveis."

Não sei quem escreveu.

domingo, 29 de junho de 2008

Aonde está meu Brilhantismo?








Será que ainda está comigo ou já foi embora?

Eduardo Franciskolwisk

sábado, 21 de junho de 2008

Era uma vez... um capacete.

Não sei se rio ou se choro. No dia em que eu resolvi ser otimista, roubaram meu capacete. É sempre assim: quando eu acho que posso mudar, melhorar, vem a vida e me dá uma porrada no rosto como se dissesse “Ei, bobão! Acorde, as coisas sempre serão ruins pra você.”. Sempre foi assim.

Todos os dias, pegava meu MP3, chicletes e a minha vontade de emagrecer continuando a comer porcarias e ia para a Região dos Lagos caminhar. Ia de moto e, obviamente, deixava meu capacete nela. Todo mundo me criticou: “Mas você é burro, deixou o capacete na moto e não queria que roubassem.” Realmente, eu não queria que roubassem!

E ao contrário do que todos pensaram, não “deixei” o capacete na minha moto, eu o tranquei nela. O ladrão cortou a alça (ou corda, cordão, sei lá) do capacete. “Mas você é burro? Não sabem que eles fazem isso? Você tem que levar o capacete com você.” Beleza, vai ficar lindo eu fazendo caminhada com o capacete na minha cabeça. E depois, eu é que sou burro!

Desde o primeiro dia em que fui caminhar no lago e tranquei o capacete na moto, sabia que corria o risco de algum espertinho passar a faca e levá-lo embora. Não sou idiota! Sempre soube que isso poderia acontecer, mas decidi correr o risco. Perdi o capacete? Sim. Levei prejuízo? Sim. Mas perdi também uns tantos quilos de gordura. E, se vocês quiserem saber, valeu a pena! Valeu mesmo.

Ainda falta perder mais barriga? Falta. Estou com medo de me roubarem de novo? Sim, estou. O que eu vou fazer? Vou continuar andando no lago? Não sei! Mas não posso deixar isso me grilar.

Em relação ao otimismo, apesar de tudo, acho que está funcionando. Olhando por outro ângulo, o capacete se foi, mas a moto ficou! Dos males, o menor.

Eduardo Franciskowisk

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Ligue o FODA-SE...

Não te quiseram? Foda-se!

O seu gato tem pulgas? Foda-se!

Perdeu o emprego? Foda-se!

Vomitaram na sua blusa nova? Foda-se!

A sua vizinha te enche o saco? Foda-se!

Alguém quebrou o seu coração? Foda-se!



Aperte o botão! Ligue o Foda-se!




E seja feliz!


ou pelo menos tente...

Se você não conseguir ser feliz, pelo menos ligou o "foda-se" e se preocupou menos.

P.S.: Não é porque eu escrevi isso que eu consiga seguir, ok? Não é tão fácil quanto parece!

domingo, 1 de junho de 2008

Frases / Pensamentos

Eu ia comentar as frases, mas não estou com saco para fazer isso hoje não.

Então, apresento a vocês algumas das frases que têm forte influência nos meus pensamentos, decisões e forma de vida.


"Não é porque vc está com raiva do mundo que o mundo também esteja com raiva de vc!!!!"

"Homeopatia não mata ninguem, apenas deixa morrer."

"A vida é uma só! O que quer que vc faça ou o que façam com vc, vc tem que encarar. Não pode fingir que não aconteceu."

"Minha mãe me disse: 'Se vc for soldado, será general; se for padre, será papa.' Fui pintor e sou Picasso."

"À beira de um precipício só há uma maneira de andar para a frente: é dar um passo atrás."

"Quanto mais elevado é o espírito mais ele sofre."

"O mundo está cheio de gente vazia."

"Mais vale a certeza de um não do que a dúvida de um talvez e a incerteza de um quase. Porque o não a gente esquece; O talvez, talvez; e o quase, quase."

"Como é o caso dos comprimidos, há leituras que fazem dormir e livros que nos deixam despertos."

"Se sua mente não é aberta, feche a boca também."

"Não preciso de amigos que mudem quando eu mudo e concordem quando eu concordo. A minha sombra faz isso muito melhor."

"Quanto menos inteligente um homem é, menos misteriosa lhe parece a existência."

"Amor e tosse não dá para esconder."

"As maiores lições não são ensinadas na sala de aula."

"Tudo o que acontece na vida pode ser sorte ou azar. Depende do que vem depois."

"A lei é como uma cerca: "Quando é forte a gente passa por baixo; quando é fraca a gente passa por cima.""

"O que te engorda não é o que você come entre o Natal e o Ano Novo, mas o o que você come entre o Ano Novo e o Natal."

"A pior solidão que existe é darmo-nos conta de que as pessoas são idiotas."

"É chato ser bonito, mas é muito mais chato ser feio."

"Eu cavo, tu cavas, ele cava, nós cavamos, vós cavais, eles cavam... Não é bonito, mas é profundo."

"Cair é permitido. Levantar é obrigatório!"

"Reunir um grupo é fácil, o difícil é construir uma equipe!"

"As pessoas mentem, as evidências, não."

"Você faz suas escolhas. Suas escolhas fazem você!"

"Você é livre para tomar suas próprias decisões, mas estará sempre preso às consequências."

"A vida é pra quem topa qualquer parada e não pra quem pára em qualquer topada."


Se você quiser, coloque uma ou várias frases que mais gosta nos comentários.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Sonhar, Sonhar, Sonhar e Sonhar...

All I Have To Do Is Dream
Roy Orbison / Everly Brothers



Dream, dream, dream, dream, dream, dream

When I want you in my arms
When I want you and all your charms
Whenever I want you, all I have to do is dream

Dream, dream, dream

When I feel blue in the night
And I want you to hold me tight
Whenever I want you, all I have to do is dream

I can make you mine, taste your lips of wine
Anytime night or day
Only trouble is, gee whiz
I'm dreamin' my life away

I need you so that I could die
I love you so and that is why
Whenever I want you, all I have to do is dream
Dream, dream, dream, dream
Dream, dream
Whenever I want you, all I have to do is dream

Dream, dream, dream, dream, dream, dream


Tradução:
Tudo o que eu tenho que fazer é sonhar

Sonhar, sonhar, sonhar
Quando eu quero você nos meus braços
Quando eu quero você e todos os seus encantos
Todas as vezes que eu te quero tudo que preciso fazer é sonhar

Quando eu me sinto triste durante a noite
E eu preciso de você para me abraçar forte
Todas as vezes que eu te quero, tudo que preciso fazer é sonhar

Eu posso fazê-la minha
Provar seus lábios de vinho
A qualquer hora do dia ou da noite
O único problema é, minha nossa !!!
É que eu vou sonhar a vida toda.

Eu preciso tanto de você que poderia morrer
Eu a amo tanto e essa é a razão pela qual
Todas as vezes que eu te quero, tudo que eu tenho que fazer é sonhar
Eu posso fazê-la minha
Provar seus lábios de vinho
A qualquer hora do dia ou da noite
O único problema é, minha nossa !!!
É que eu vou sonhar a vida toda.

Eu preciso tanto de você que poderia morrer
Eu a amo tanto, e essa é a razão pela qual
Todas as vezes que eu te quero, tudo que eu tenho que fazer é sonhar

Sonhar sonhar sonhar.......

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Meus sonhos debocham de mim!

“Meus sonhos são uma piada de mau gosto. Eles debocham de mim.

Até nos meus sonhos sou um idiota que sabe que vai acordar para a realidade.

Se eu pudesse ficar sempre acordado... Mas não dá.

Tento controlar meus sonhos, tento sonhar que estou voando, que estou livre. Mas nunca dá certo.”

Filme Vanilla Sky

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Nunca fiz isso aqui...

Nunca fiz isso aqui, mas tudo tem sua primeira vez.


Hoje, eu tô mal, cara. Eu não sei, eu não sei, eu não sei. Tô muito confuso, não sei o que eu faço. Não sei por que isso acontece comigo. O que eu faço da minha vida? O que as pessoas pensam de mim?

Hoje, eu quero fugir. Sumir do mapa. É um daqueles dias onde eu me sinto rejeitado e frágil. Que vontade de chorar. E a lágrima não sai. É aquela coisa entalada na garganta e que por mais que eu tente dizer ou gritar, não sai.

Hoje, eu tô com vontade de jogar tudo pro alto. De pegar a mochila e desaparecer do mundo pelo mundo. De pegar a estrada sem medo de me fuder no fim dela. De tentar conhecer o quão o mundo pode ser belo. De me matar. De não ser ninguém. De chorar bastante mesmo! De dizer que Deus não existe. De mandar as pessoas se fuderem. De ser mais corajoso.

A minha cabeça ainda vai me matar. Eu passo mal com coisas que deveriam ser boas. O meu corpo reage de uma forma que me dá medo. Talvez, eu não agüente.

Tô confuso, cara. Não sei o que as pessoas pensam. O que elas querem. Que tipo de minhoca eu tenho na cabeça? Por que ela é problemática? Tenho vontade de colocar a cabeça num buraco e não tirar. Por que a minha mente é doentia? Por que eu não sou normal? Por que as pessoas são indiferentes? Não sei, não sei.

Que vontade de me matar. A vida é tão idiota. As pessoas são idiotas. E eu também. Por que eu não relaxo nunca? Por que tem sempre alguém em cima de mim me pressionando? Por que eu sempre penso que as coisas vão melhorar no futuro, mas quando o futuro chega, tudo continua a mesma droga?

Por que meus caminhos são sempre mais difíceis que os dos outros? Por que ninguém me ajuda? Por que eu não morro logo? Por que eu tenho medo das pessoas? Por eu não tenho coragem de fazer algumas coisas? Por que eu penso muito? Porque eu imagino coisas? O que eu faço? O que eu faço?

Meus sonhos viram pesadelos. As pessoas são meus pesadelos. Por que eu nunca chego nem aos pés dos meus sonhos? E começo a ficar desesperado só de pensar em chegar perto? Quando eu penso em tudo o que poderia ter sido e não foi, eu me culpo. Me pergunto por que fui tão burro e por que as pessoas não me ajudaram. Por que tudo é mais difícil pra mim? Por que eu sou anormal?

Não sei, não sei, não sei. Eu nunca sei de nada.

Eduardo Franciskolwisk

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Jornalista bundão é uma merda!

Aqui em Barretos tem um jornal que chama “Minijornal”. Deve ter esse nome por que tem, mais ou menos, o tamanho de uma revista. Geralmente, só na primeira página é que tem algo interessante, textos que talvez possam ser chamados de notícias. O restante é aquela coisa de “alta sociedade”, onde fala do prefeito, de médico, do dia internacional da mulher, etc. Não costumo ler esse jornal! O exemplar que li “caiu no meu colo”, digamos assim.

Resolvi escrever no blog porque não concordo com o que li. Vou transcrever o texto na íntegra, do contrário, não tem como vocês entenderem o meu pensamento. O escrito em azul e entre aspas é o texto do Minijornal. Em preto são meus comentários e minhas opiniões.

Título: “Minijornal recebe denúncia”

Quando um jornal recebe uma denúncia anônima, não deve publicá-la. Provas são absolutamente necessárias.” Concordo que não se deve publicar uma denúncia sem provas, mas sempre que houver uma denúncia dessas é um bom motivo para um jornalista arregaçar as mangas e se divertir um pouco.

“Como provar uma denúncia anônima? Não há como!” Há sim, caramba! Investigue, vai atrás. Tira a bunda da cadeira! “Se o que você leu parece ser um absurdo, vai ficar sabendo de que ‘há algo de podre no reino da Dinamarca’ (Vixe... algo de podre no reino da Dinamarca... de onde esse cara arrumou isso. Pra quê ir tão longe? Bastava dizer que há algo de podre na República do Brasil. Já estamos acostumados com isso.), mas que nada poderá fazer, a não ser alertar pessoa mencionada nela, afim de que ela possa estar ciente de que tem gente de olho nas suas transações pouco recomendáveis, seja no setor público ou privado, e que ao conseguir provas, estará correndo o risco de processo.” Ok, vamos com calma: a pessoa que escreveu isso talvez não conheça o ponto final. Essa parte ficou um pouco confusa por causa da pontuação, mas o que eu entendi foi que o jornal acha que deve ligar para o denunciado e dizer “Ei, idiota, roube menos e disfarça mais que já tem gente desconfiando. Fique esperto, cara, só estão esperando conseguir um prova para te mandar para a cadeia. Você é meu amigo, não quero isso para você.” Ou eu me enganei?

“Denúncia anônima não chega a ser falta de dignidade.” Ainda não acredito que li isso. Dá a entender que fazer uma denúncia anônima é uma falha no caráter da pessoa. A denúncia anônima é uma forma da população ajudar a polícia (e os jornais) a encontrar criminosos e brecar atos ilegais ou injustos. “Tem como objetivo alertar incautos (pessoa sem cautela) de que tem gente sabendo, mas que não tem como provar.” De novo... Agora vou tentar entender de outro jeito. Se X vende cocaína e Y denuncia o fato pro jornal Z, o jornal Z em vez de investigar se é verdade ou mentira, ou avisar a polícia, vai ligar para o traficante X e alertá-lo para que tome cuidado. É isso? É pra ajudar o bandido? “O ônus da prova cabe ao denunciante, se não a tem, não há como afirmar o que diz ou que sabe.” A responsabilidade da prova não é do jornal. Mas se alguém chegou a ponto de procurar um jornal para fazer a denúncia, quer dizer que sozinho ele não tem força ou não sabe como conseguir tais provas. É obrigação do jornal averiguar se as denúncias são reais ou não. Se forem reais deve avisar aos órgãos responsáveis, seja ou não através de suas publicações.

“Recebemos um ofício anônimo denunciando um fato, que não podemos publicar aqui por falta de provas. (Não sei vocês, mas eu fiquei curioso com essa merda!) Os indícios são todos de que há de fato ‘algo de podre’ (Além do jornal? Ops... me excedi, desculpa aí.) com referência à denúncia feita, até cópia de e-mail anexada, mas nada pode fazer o MINIJORNAL neste caso, a não ser ficar sabendo do ocorrido de uma possível e abominável transação que envolve interesse financeiro, conforme texto do ofício enviado.” Não pode fazer nada além de ficar sabendo do ocorrido? Não sei se eu rio ou choro. Claro que pode fazer. Investigue!

“A experiência profissional, leva-nos a ser precavido.” Tem que ser precavido mesmo, concordo, mas acima disso vocês estão sendo omissos. “A denúncia pode ser de fato grave, mas não há como publicá-la sem provas. Se o autor assumir o feito, abriremos espaço para publicação.” Se autor assumir? Ok... Digamos que ele assuma e dê tudo errado, a denúncia era verdadeira, mas por “dinheiro dos ricos” a verdade desapareceu. Quem fez a denúncia? O cidadão (que vai pagar o pato e se ferrar). Agora, se a denúncia derrubar várias pessoas importantes e sem moral, que roubam dinheiro público. Quem fez a denúncia? O Minijornal (que vai se vangloriar para sempre das fantásticas denúncias que publicou).


Realmente, não concordo com o pensamento desse jornal. Entendo que o jornal tem que ter um mínimo de provas para começar a investigar uma denúncia, mas querer que as provas venham andando até ele é o cúmulo da falta de vontade. É por isso que eu acho que jornalista bundão é uma merda. Por ser preguiçoso não corre atrás das matérias e por ser medroso não solta nem um pum se for correr risco de manchar sua reputação perante os ricos.

Eu escrevia crônicas idiotas (ou não...) para um jornal aqui da cidade. Nunca recebi um centavo e eu nem ligava para isso. Não fazia questão de dinheiro. Ficava feliz só de ser publicado. Uma vez, eu perguntei se eles me apoiariam se eu fizesse uma denúncia no jornal deles. Eles disseram que sim, que me publicariam, mas que eu ia arcar com todas as conseqüências, ou seja, se desse pepino eu ia pagar o advogado, ser possivelmente processado, etc. Fiquei quieto por um tempo. Aí, um certo dia, escrevi um crônica com denúncias. Eles não me publicaram. Desde então, nunca mais mandei textos pra eles. Eu parei de acreditar em seu jornalismo, na sua imparcialidade e percebi que isso não importava muito pra eles. Jornais com essa mentalidade vão continuar sendo sempre pequenos ou minis.

Eduardo Franciskolwisk

P.S.: Jornalista de verdade é o Cabrini que foi preso hoje por tráfico de drogas. Ele estava fazendo uma reportagem investigativa e armaram para cima dele. Encontraram drogas no carro e ele foi preso como traficante. O delegado sugeriu que ele dissesse ser usuário, mas ele não quis fazer isso, já que não é usuário e nem traficante. Tomara que eu não tenha que morder minha língua, mas eu acredito nele.

domingo, 16 de março de 2008

Jorge Kajuru: Condenado a Falar



Para algumas pessoas do Brasil, Jorge Kajuru sumiu do mapa. Mas para quem não sabe, ele está no SBT de Ribeirão Preto, fazendo um programa regional chamado Kajuru na Área.

Aprendi a gostar do Kajuru quando ele fazia o programa Fora do Ar, também do SBT. E lá pude conhecer um pouco mais da vida dele. Eram coisas pequenas, comentadas em meio aos assuntos do programa, entre elas estavam a agressão contra sua ex-mulher e o fato dele ter sido condenado em regime semi-aberto em um dos processos.

Eu sempre fui gostei de jornalismo. E o Kajuru faz um jornalismo que poucas pessoas têm coragem de fazer: o de denúncias, principalmente contra peixes grandes.

Tempos atrás, em seu programa regional no SBT, Jorge Kajuru disse que tinha escrito um livro e que ia dar de graça para as pessoas que se inscrevessem em seu blog. Não sei se foi possível dar o livro de graça, mas eu comprei o meu por R$ 1,00 mais o frete de R$ 2,00. Paguei R$ 3,00 no livro Condenado a Falar, primeira edição. Barato muito barato.

O livro contém alguns erros, como na parte da entrevista com a Heloísa Helena (outra pessoa que admiro e voto nela se for candidata à presidência de novo) que acaba no meio da página, sem terminar a frase. Os outros erros não valem nem ser citados. São erros extremamente perdoáveis para um livro que custou 1 real. O livro vale muito mais do que isso. E no site dele tem tudo o que tem no livro.

Na parte do livro “De A a Z”, ele fala o que acha de algumas pessoas como Xuxa, Jô Soares, Adriane Galisteu, Galvão Bueno, de vários jogadores e de jornais. Fala o que acha mesmo!

O final do livro é o melhor. É a parte onde ele fala sobre suas demissões nas emissoras, seus processos e sobre safadezas no futebol que foram denunciadas pela Rede Globo no Globo Repórter e já no dia seguinte ninguém mais comentou sobre o assunto. Por que será?

Vou copiar uns trechos que achei que serviu pra mim e que pode servir pra você também:

“Kajuru, se você quer viver no mundo real de hoje, você tem que aprender a engolir sapo!” Palavras de Almicare Dallevaro (presidente da REDE TV).

“Ouvi. Assinei contrato imediatamente. (dando a entender que ele nem leu). Nem discuti salário. Até porque, quem não cumpre o que fala, não cumpre o que escreve.” Kajuru.

O livro já está na segunda edição, e é vendido no site http://www.sitedokajuru.com.br/ para qualquer parte do mundo. E me parece que está bem melhor e não tem os erros anteriores. Se você quiser, compre o seu!

Acho que o e-mail dele é: programadokajuru@isbt.com.br

Eduardo Franciskolwisk

P.S.: Hoje, dia 16/05/2008, entrei no site onde vendia o livro e não o achei. O único produto a venda lá é o KIT (Com 2 livros, 1 CD e 1 DVD) a R$ 20,00. Se estiver o site estiver certo, considero isso uma sacanagem. Tomara que o site esteja errado e que seja arrumado, sendo possível comprar somente o livro, como eu fiz com a 1ª edição.

domingo, 2 de março de 2008

Meus Desenhos Favoritos

Ontem, vi num blog que ele tinha recebido um tal de meme sobre desenhos. Não faço a mínima idéia do que seja um meme, só sei que ele tinha que escolher 5 desenhos dos quais mais gosta ou gostava. Como eu nunca recebi um meme (e por favor, caros amigos, continuem não mandando!), adotei a idéias de falar do meus desenhos preferidos. Gostei da idéia! Acho que vou viajar um pouco, voltando para o passado.


Doug – Eu devia ter uns 12 anos quando comecei a assistir o Doug. Ele tinha a mesma idade no desenho. Era um menino que todos os dias, ao final da noite, escrevia em seu diário tudo o que havia acontecido com ele naquele dia. Talvez, por escrever em seu diário, Doug tenha me influenciado de certa maneira a escrever também. Sempre me identifiquei com ele. O desenho falava sobre amizade (Skeeter), paixões (Patti Maionese), inimigos da escola (Roger), sobre o sonho de ser um super-herói (Homem Codorna), animais (Costelinha), meninas ricas metidas a besta (Beebe) e de uma certa forma, até criticava a política com o personagem do prefeito que sempre dizia “Vote em mim” quando aparecia. Doug me empolgava, adoro até a música do começo.

Os Cavaleiros do Zodíaco – Amava o desenho, mas era um amor meio platônico, já que aqui em Barretos não pegava a Manchete... Então, eu só via os desenhos de vez em quando, na casa de um amigo que tinha antena parabólica. Os Cavaleiros do Zodíaco era um desenho sobre luta do bem contra o mal. De certa forma, envolvia também mitologia, os signos do zodíaco, as constelações e seus nomes. Tinha sangue pra cá e pra lá, mortes e até as mulheres lutavam. Eu amava sonhar que um dia eu teria uma armadura igual a que eles tinham. Eu já até tentei elevar meu Cosmos ao máximo, mas não deu muito certo... Apesar de o Seiya ser o principal, nunca gostei muito dele. Gostava do Ikki de Fênix e o Shun de Andrômeda!

O Fantástico Mundo de Bobby – O que me atraía nesse desenho era que o Bobby, garotinho de 4 anos, vivia no mundo da Lua. Ele tinha muita imaginação e parecia que entrava nela com tudo. Era mais ou menos assim, alguém falava uma coisa que ele não entendia e então ele parava para pensar naquilo, esquecendo completamente da vida e da pessoa que ainda falava com ele. De certa forma, eu também fazia isso em algumas aulas da escola. Eu também sempre vivi no mundo da Lua, talvez por ser mais gostoso e menos real.

Esses eram meus 3 desenhos favoritos! E o de vocês, quais são?

Eduardo Franciskolwisk

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

A (quase) batida de moto e o B.O.

É incrível como as coisas mudam de uma hora para outra. Um segundo é o suficiente para a sua vida nunca mais ser a mesma.

Basta apenas uma idiotice, um erro, e isso pode direcionar a sua vida para um rumo que você nunca sonhou antes.

Não aconteceu nenhum fato fantástico comigo (mas eu poderia ter morrido!). A minha vida não mudou drasticamente (mas poderia ter mudado!). A única coisa que aconteceu é que até alguns minutos atrás, eu não tinha nenhuma história para contar aqui e agora, tenho. Não tinha aquela formiguinha mordendo a minha bunda e gritando “Escreve sobre isso, cara!”. Mas um acontecimento mudou isso e talvez eu nem conseguiria dormir se não escrevesse. Agora tem uma formiguinha me mordendo.

Como sempre, saí de casa atrasado para a aula de natação. Confesso que corri um pouco mais do que o costume. Eu queria chegar a tempo de comprar um par de óculos para nadar. É... o tiro saiu pela culatra. Tinha uma moto parada no meio da rua, dando seta para a esquerda. Mas, é bom ressaltar, estava parada! E eu feliz, numa velocidade razoável, fui ultrapassar. Só que a moça resolveu virar a esquina e me fechou. Brequei com tudo, minha moto derrapou e foi parando até bater na moto da moça. Não foi uma batida forte, mas a moça não agüentou o peso da moto e caiu. Também, ela estava carregando uns pacotes pesadíssimos e a moto foi pro chão. Começou a vazar gasolina. Dois motoqueiros pararam para ajudar.

A sorte que é a batida foi mais uma encostada do que batida. Não machucamos, nem estragou nada das motos. O prejuízo dela foi só o susto, o meu, além do susto, foi perder a aula de natação. Aula na qual eu fui!

Pois bem, cheguei atrasado e fui direto comprar os óculos para natação. Na hora de usar foi um sofrimento. Primeiro: porque eu não sou acostumado a nadar de óculos, me dá uma sensação ruim. Segundo: porque toda hora entrava água na porra dos óculos, na parte do olho direito para ser mais específico. “Só falta essa droga ter vindo estragada!” pensei. Então, tive a fantástica idéia de colocar os óculos ao contrário, de cabeça para baixo e mesmo assim continuou entrando água no olho direito. Bom, pelo menos eu soube que os óculos não estavam estragados e que o meu problema era B.O. (Burrice do Operador). A droga dos óculos, me deixou tão intrigado que eu praticamente não participei da aula.

Eu estava tão avoado por causa do susto da (quase) batida e dos óculos que não parava de entrar água, que apesar de ter ido à aula, não a fiz. Meu corpo estava lá, mas minha mente estava viajando.

Saí de casa com a certeza de que iria chegar bem na natação, comprar óculos eficientes e fazer uma aula legal. Só que não foi bem assim. Praticamente bati a moto, os óculos me irritaram bastante e a minha aula agora só na próxima aula. Tudo mudou em segundos. O susto me deixou atordoado e com certeza afetou minhas ações nas horas seguintes.

Eduardo Franciskolwisk

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Antes de ontem acabar


Eu ainda não tenho nome, mas com certeza, a qualquer momento, vou ganhar um. Penso assim porque hoje de manhã, a minha dona e o meu dono discutiam sobre como eu iria chamar. Ela queria que eu me chamasse Milady. Ele não gostou da idéia e, talvez para tirar sarro da cara da irmã, disse que uma boa idéia seria que eu me chamasse Melambe.

Para que fique melhor explicado: eu sou uma gatinha. Uma gatinha de verdade que dorme gostoso em cima das camas e das pessoas macias e que sempre exclama um Miauuu bem sofrido quando está com fome. Mas a verdade é que a minha primeira vidinha, das sete que tenho, nem sempre foi assim, boa desse jeito!

Infelizmente ou graças à deusa Bastet, não me lembro de quase nada da minha vida anterior, o que eu sei é que era uma vida sofrida. Porém, de ontem eu me lembro muitíssimo bem.

Ontem, eu já tinha sido abandonada. Ontem, eu fiquei o dia inteirinho procurando alguém para me levar para casa e cuidar bem de mim, mas ninguém nem parou para me fazer carinho e falar o quanto eu era bonitinha. E, modéstia à parte, eu tenho olhos azuis maravilhosos.

Quando dei por mim já estava escuro. Se enquanto era dia os que me viram não me levaram para casa, por que pensaria eu que de noite os que não me veriam me levariam embora? Simplesmente, porque eu ia miar. Miar muito para que as pessoas que não me vissem, me escutassem e me procurassem.

Já era quase meia-noite. Eu tinha ficado ali muitas horas, mas ainda não tinha uma casa para morar. Era quase certo que ontem nem ia ter. Então, eu resolvi:

– Vou dar os meus últimos miados do dia. Depois, vou arrumar um lugar aqui nesse terreno para tirar uma soneca, afinal de contas, não dormi nada!
E foi o que eu fiz. Vi gente passando na rua e corri atrás miando bem alto para ser vista e adotada. Porém, como todos os outros, eles nem me olharam. Deitei-me no primeiro terreno vazio que tinha encontrado. Meus olhos já estavam quase fechando no momento em que viram uma luz. Era a luz de um carro. Pensei em dar mais alguns miados, mas logo despensei.

Levantei sem saber o que estava fazendo e miava sem saber o que estava dizendo. Cheguei a correr atrás do carro querendo uma casa para dormir quentinha. Mas o carro passou reto.

– Eles também não me escutaram. Muito menos me viram.

Eu estava errada! O carro andou meio quarteirão e depois brecou. Dele desceu um cara esquisito que começou a correr na minha direção. Eu não sabia se o negócio era comigo ou não, mas como não tinha nada a perder, também corri em direção dele. Eu só queria que ele não passasse por mim como se nem tivesse me visto. Para minha felicidade, ao nos encontrarmos, ele se abaixou e me pegou. Comigo no colo, ele deu meia volta e começou a correr em direção do carro.

E foi ontem quando era quase hoje, às 11:30 da noite, que eu insistindo para todo mundo, ganhei uma casa!

Já imaginou se eu tivesse ficado quieta? Eu não teria leitinho no prato, lasanha na boquinha, umas quatro caminhas quentinhas para dormir e muita, muita gente e animais que eu acho que se importam comigo.

Eu não sabia disso, agora eu sei. Eu só tenho tudo isso hoje porque eu lutei, pedi, miei para muita gente e, sobretudo, porque eu queria. Queria muito mesmo!

O meu nome eu ainda não sei qual vai ser. Mas, com certeza, depois de ter ganhado tanta coisa boa, vão me dar um nome, no mínimo, lindo! Modéstia à parte, igual aos meus olhos azuis.


Eduardo Franciskolwisk

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Censura: Fuy Sençurado!

A censura chegou a mim ontem. Provei e não gostei. Censura é quando você quer gritar alguma coisa para todo mundo, mas não pode porque alguém vem para tirar a sua voz. Censura é quando você mostra o dedo do meio para alguém e esse alguém, por ser superior a você, arranca seu dedo com uma tesoura de jardineiro.

Fui censurado pela comunidade “Blogger Brasil ® - Blog”, que tem mais de 6 mil membros.

No final de 2007, um membro da comunidade resolveu fazer um concurso de blogs e fez um tópico onde os interessados poderiam fazer sua inscrição. Na minha opinião, um concurso legítimo onde o organizador selecionou os melhores e colocou 3 finalistas de cada categoria para votação popular. O povo escolheria o melhor, não ele.

Mas algumas pessoas, lógico, não foram selecionadas (Eu fui!) e começou o quebra-pau. Um fala daqui, o outro argumenta de lá e o mais forte sempre ganha. Os responsáveis pelo “Blogger Brasil ® - Blog” cancelaram / apagaram / aniquilaram sem deixar rastros do primeiro concurso.

E fizeram um outro. Mais justo, segundo eles.

Não concordei e escrevi um comentário:

http://franciskolwisk.blogspot.com/
Censura.... das bravas....
Meu blog tava entre os indicados.... Fiquei bem feliz.
Mas eu sou pobre... a felicidade durou pouco.
Censura sim, donos de comunidades se não tomarem cuidado viram ditadores!
Não seria censura se vcs fizessem um outro prêmio paralelo e o melhor e mais justo, venceria por força própria.
Como houve censura, não vou nem perder tempo de me candidatar no outro prêmio.
Afinal de contas, se não estiver do jeito que vcs querem, vai ser apagado mesmo.
Vou ficar no meu blog mesmo. Onde lá eu sou o Rei, sou o cara, eu mando!
Boa sorte (bem mais do que eu tive) pros que vão participar ai do concurso...
http://franciskolwisk.blogspot.com/

Não gostaram e apagaram meu comentário com a desculpa de que eu tava fazendo propaganda. Tirei a propaganda e apagaram novamente.

Aí, eu resolvi criar um tópico com essa mesma mensagem. Apagaram. Fiz de novo. Apagaram. Uma, duas, três, quarto vezes... Todas foram apagadas sem nenhuma explicação. Sim, fui censurado!

E você pode ser o próximo!

A censura não está no novo concurso que eles fizeram, mas sim na maneira como eles apagaram o tópico do primeiro concurso e também todos os vestígios dele no fórum.

Como já disse acima, no texto acima entre aspas, eles poderiam ter organizado um outro concurso bem melhor que o primeiro: mais legal, mais bonito, mais concorrido, etc. E por ser melhor, o outro ficaria de lado pela opção dos próprios membros da comunidade. Apagar, nunca! Fui censurado, porra!

E você pode ser o próximo! Feche os olhos e imagine alguém deletando você de um sistema só por você ter expressado sua opinião. Agora, abras os olhos e diga comigo, pense comigo, lute comigo:

“NÃO À CENSURA”.

Eduardo Franciskolwisk
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