domingo, 16 de março de 2008

Jorge Kajuru: Condenado a Falar



Para algumas pessoas do Brasil, Jorge Kajuru sumiu do mapa. Mas para quem não sabe, ele está no SBT de Ribeirão Preto, fazendo um programa regional chamado Kajuru na Área.

Aprendi a gostar do Kajuru quando ele fazia o programa Fora do Ar, também do SBT. E lá pude conhecer um pouco mais da vida dele. Eram coisas pequenas, comentadas em meio aos assuntos do programa, entre elas estavam a agressão contra sua ex-mulher e o fato dele ter sido condenado em regime semi-aberto em um dos processos.

Eu sempre fui gostei de jornalismo. E o Kajuru faz um jornalismo que poucas pessoas têm coragem de fazer: o de denúncias, principalmente contra peixes grandes.

Tempos atrás, em seu programa regional no SBT, Jorge Kajuru disse que tinha escrito um livro e que ia dar de graça para as pessoas que se inscrevessem em seu blog. Não sei se foi possível dar o livro de graça, mas eu comprei o meu por R$ 1,00 mais o frete de R$ 2,00. Paguei R$ 3,00 no livro Condenado a Falar, primeira edição. Barato muito barato.

O livro contém alguns erros, como na parte da entrevista com a Heloísa Helena (outra pessoa que admiro e voto nela se for candidata à presidência de novo) que acaba no meio da página, sem terminar a frase. Os outros erros não valem nem ser citados. São erros extremamente perdoáveis para um livro que custou 1 real. O livro vale muito mais do que isso. E no site dele tem tudo o que tem no livro.

Na parte do livro “De A a Z”, ele fala o que acha de algumas pessoas como Xuxa, Jô Soares, Adriane Galisteu, Galvão Bueno, de vários jogadores e de jornais. Fala o que acha mesmo!

O final do livro é o melhor. É a parte onde ele fala sobre suas demissões nas emissoras, seus processos e sobre safadezas no futebol que foram denunciadas pela Rede Globo no Globo Repórter e já no dia seguinte ninguém mais comentou sobre o assunto. Por que será?

Vou copiar uns trechos que achei que serviu pra mim e que pode servir pra você também:

“Kajuru, se você quer viver no mundo real de hoje, você tem que aprender a engolir sapo!” Palavras de Almicare Dallevaro (presidente da REDE TV).

“Ouvi. Assinei contrato imediatamente. (dando a entender que ele nem leu). Nem discuti salário. Até porque, quem não cumpre o que fala, não cumpre o que escreve.” Kajuru.

O livro já está na segunda edição, e é vendido no site http://www.sitedokajuru.com.br/ para qualquer parte do mundo. E me parece que está bem melhor e não tem os erros anteriores. Se você quiser, compre o seu!

Acho que o e-mail dele é: programadokajuru@isbt.com.br

Eduardo Franciskolwisk

P.S.: Hoje, dia 16/05/2008, entrei no site onde vendia o livro e não o achei. O único produto a venda lá é o KIT (Com 2 livros, 1 CD e 1 DVD) a R$ 20,00. Se estiver o site estiver certo, considero isso uma sacanagem. Tomara que o site esteja errado e que seja arrumado, sendo possível comprar somente o livro, como eu fiz com a 1ª edição.

domingo, 2 de março de 2008

Meus Desenhos Favoritos

Ontem, vi num blog que ele tinha recebido um tal de meme sobre desenhos. Não faço a mínima idéia do que seja um meme, só sei que ele tinha que escolher 5 desenhos dos quais mais gosta ou gostava. Como eu nunca recebi um meme (e por favor, caros amigos, continuem não mandando!), adotei a idéias de falar do meus desenhos preferidos. Gostei da idéia! Acho que vou viajar um pouco, voltando para o passado.


Doug – Eu devia ter uns 12 anos quando comecei a assistir o Doug. Ele tinha a mesma idade no desenho. Era um menino que todos os dias, ao final da noite, escrevia em seu diário tudo o que havia acontecido com ele naquele dia. Talvez, por escrever em seu diário, Doug tenha me influenciado de certa maneira a escrever também. Sempre me identifiquei com ele. O desenho falava sobre amizade (Skeeter), paixões (Patti Maionese), inimigos da escola (Roger), sobre o sonho de ser um super-herói (Homem Codorna), animais (Costelinha), meninas ricas metidas a besta (Beebe) e de uma certa forma, até criticava a política com o personagem do prefeito que sempre dizia “Vote em mim” quando aparecia. Doug me empolgava, adoro até a música do começo.

Os Cavaleiros do Zodíaco – Amava o desenho, mas era um amor meio platônico, já que aqui em Barretos não pegava a Manchete... Então, eu só via os desenhos de vez em quando, na casa de um amigo que tinha antena parabólica. Os Cavaleiros do Zodíaco era um desenho sobre luta do bem contra o mal. De certa forma, envolvia também mitologia, os signos do zodíaco, as constelações e seus nomes. Tinha sangue pra cá e pra lá, mortes e até as mulheres lutavam. Eu amava sonhar que um dia eu teria uma armadura igual a que eles tinham. Eu já até tentei elevar meu Cosmos ao máximo, mas não deu muito certo... Apesar de o Seiya ser o principal, nunca gostei muito dele. Gostava do Ikki de Fênix e o Shun de Andrômeda!

O Fantástico Mundo de Bobby – O que me atraía nesse desenho era que o Bobby, garotinho de 4 anos, vivia no mundo da Lua. Ele tinha muita imaginação e parecia que entrava nela com tudo. Era mais ou menos assim, alguém falava uma coisa que ele não entendia e então ele parava para pensar naquilo, esquecendo completamente da vida e da pessoa que ainda falava com ele. De certa forma, eu também fazia isso em algumas aulas da escola. Eu também sempre vivi no mundo da Lua, talvez por ser mais gostoso e menos real.

Esses eram meus 3 desenhos favoritos! E o de vocês, quais são?

Eduardo Franciskolwisk
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