sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Feliz 2011

bem e mal

Que 2011 seja um ano melhor…

…porque eu, como pessoa, serei pior.

 

Desejo a todos, da boca pra fora, um Feliz Ano Novo. E sei que todos desejam o mesmo para mim. Bando de hipócritas!

 

Temos um ano pela frente cheio de: maldade, ignorância, falsidade, brigas, trapaças, grosseria, impaciência, gritos, arrogância, etc.

 

Eduardo Franciskolwisk

domingo, 26 de dezembro de 2010

Elis, o mito

 

Nunca tinha visto Elis Regina cantando. Esses dias, ganhei um DVD dela com um especial que a Rede Globo fez em 1980 chamado “Elis Regina Carvalho Costa – Grandes Nomes”. Sinceramente, não animei muito, não. Embora tenha me interessado por Elis desde que ouvi “Águas de Março” aos 14 anos e goste bastante dela, me pareceu que seria chato assistir ao DVD (Diga-se se passagem que comprei um DVD da Ivete Sangalo e nunca o vi inteiro porque não consegui).

Mas como sempre só a ouvi e nunca a vi, coloquei o DVD para ver como era a cara dela em um vídeo. Talvez para me acostumar. A cada vez que vejo uma foto dela, ela está diferente. Nunca consegui memorizar seu rosto, mas penso que sua voz é inconfundível.

Depois de assistir, entrou na minha cabeça que Elis Regina era uma malucona, doida de tudo, que não tinha medo do ridículo, tanto que chega a ser engraçada. Ela canta e zomba dos outros ao mesmo tempo e é evidente que se diverte muito ao fazer isso. Ela canta para ela mesma, brinca e faz o que quer com a música. Elis Regina não é nada certinha.

Os dois vídeos acima são das músicas “Alô, Alô, Marciano” e “Agora tá”. Eu os acho muito engraçados.

No primeiro vídeo com “Alô, Alô, Marciano”, ela zoa muito, tira sarro enquanto interpreta a música. E fala frases do tipo “Gente fina é outra coisa, entende?” ou “Ai, que transcendental que é o jazz, não?” o que eu acho muito legal. Mas o melhor deste vídeo e mais irônico (ironias do destino) é que em 2:44 minutos ela dá uma cheirada bem profunda como se estivesse cheirando cocaína. Prestem atenção, é bem depois de ela cantar “O ser humano tá na maior fissura porque...” . A ironia é ela morreria de overdose de cocaína e álcool. Mas ela não cheirou cocaína, ela tomou misturada com a bebida. E eu nem sabia que cocaína fazia efeito por via oral.

Já no outro vídeo com a música “Agora tá”, a dancinha dela é muito engraçada e os braços não param de se mexer, isto fez com que Rita Lee desse a ela o apelido de Elis-cóptero. Tem uma hora que parece que baixou um santo nela, hehe. E eu gosto muito das brincadeiras que ela faz com a voz.

Enfim, assistir ao DVD me fez lembrar de algo que eu já tinha pensado antes: eu nunca vou ter a oportunidade de vê-la cantar em um show, ao vivo e em cores. Mas vê-la cantando no vídeo me fez acreditar ainda mais no nome do CD onde a conheci e passei a admirá-la: “Elis, o mito”.

Eduardo Franciskolwisk

P.S.: Ela morreu em 1982 e eu nasci em 1983. Então, gosto de pensar que quando eu estava a caminho da Terra, ela fazia o caminho inverso e nos cruzamos num certo ponto do espaço sideral. Surreal, não?

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Monte de galhos ou monte de problemas?

monte de galhos

Ontem à tarde, descobri que colocaram na frente da minha casa um monte de galhos (foto). Um vizinho pagou alguém para podar a árvore e o espertinho em vez de levar os galhos para o lugar correto, virou a esquina e “estacionou” o entulho aqui. Legal!

Como eu não estava com vontade de brigar, mas fiquei com medo de levar alguma multa da prefeitura, liguei na polícia e pedi informações. Eles disseram que a prefeitura faria o serviço de remoção do entulho.

Até aí, beleza! Liguei na prefeitura de Barretos, mas ninguém atendia. Lógico, já era depois da 18 horas e o retardado aqui achando que era umas 16. Então, liguei no dia seguinte.

Expliquei a situação e a prefeitura disse que eles não removeriam o entulho porque foi um serviço particular. E disse que se eu quisesse poderia ligar na Ouvidoria para denunciar o vizinho e ele pagaria uma multa.

Ou seja, o vizinho paga alguém para fazer um serviço pensando que a pessoa é idônea, mas ela não é. Então, é o vizinho que vai pagar a multa? E a pessoa safadinha, que fez o que era errado não paga nada. Ela é a correta! É o Brasil! No Brasil, gente honesta não vai para a frente, só os pilantras se dão bem. Aprendam isso!

Não vou ligar na Ouvidoria, não. Não vou denunciar ninguém, não quero que ninguém seja multado por minha causa. Principalmente, na época do Natal, mesmo que eu não esteja em clima natalino.

Então, pelo que entendi, os galhos ficarão entulhados onde estão porque a prefeitura não virá retirá-los. Se não é problema deles, também não é problema meu.

Penso que fiz a minha parte. Penso também que a prefeitura não fez a dela. No mínimo deveriam vir buscar o entulho para evitar futuros problemas. Não liguei lá porque o entulho está me incomodando, liguei porque está na frente da minha casa e vão achar que eu sou o responsável por aquilo.

Estamos em época de chuvas. Na frente de casa, quando chove a enxurrada não é pouca coisa. E o córrego fica logo ali. Se a prefeitura acha que não é problema deles, deveriam começar a achar que é, pois os galhos poderão entupir os bueiros e causar alagamento ou enchente caso entre na tubulação de escoamento.

Pessoalmente, acho mais fácil retirar o entulho que um cidadão avisou que existia do que correr o risco de um possível alagamento em alguma região da cidade. Mas isso é devido o meu péssimo hábito de tentar prever o que poderá acontecer. A maioria das pessoas acha que é melhor remediar do que prevenir.

Não vou deixar que um monte de galhos vire um monte de problemas. Minha parte eu fiz y tengo pruebas de que não sou o culpado.

Agora, estou imaginando por quanto tempo este monte de galhos ficará zelando por mim. Postarei foto dos aniversários se não chover e o entulho não for levado rua abaixo ficando espalhado por toda a via!

Eduardo Franciskolwisk

P.S.1: Enquanto escrevia este texto, ligaram aqui oferecendo o serviço de remoção do entulho. Eu não disse que achariam ser minha responsabilidade? Mas não é!

P.S.2: Ninguém pode me responsabilizar por algo que está na rua da frente de minha casa. Não é porque está lá que sou o dono ou responsável. Se for assim, todos os carros que estacionarem aqui em frente serão meus e aconselharei a assassinos que depositem os corpos de sua vítimas na frente de alguma casa, pois desta forma eles não teriam culpa nenhuma.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Lendo “O Código Da Vinci”

o codigo da vinci

Atualmente, estou lendo o livro “O Código Da Vinci” de Dan Brown. Você ficaria boquiaberto se soubesse que estou lendo este livro já faz 4 anos. Mas não vai saber porque não vou te contar isso.

Na realidade, eu comecei a ler em 2006, mas parei bem no começo do livro. Depois, em 2010 comecei a lê-lo com a intenção real de terminar. Porém, sou lerdo para ler. Não porque sou retardado, mas porque gosto de ler devagar para “saborear” a história.

Poucas pessoas sabem que quando lemos, qualquer coisa que seja, estamos estudando e sempre aprendendo. Com o Código da Vinci não é diferente. E estou aprendendo coisas que nunca imaginei que existissem um porquê. Como sou gente boa, vou compartilhar com vocês.

O termo “pagão” vem do latim “paganus”, que significa “habitantes do campo”. Portanto, os “pagãos” eram pessoas do meio rural que não tinham recebido os ensinamentos cristãos e que se apegavam às velhas religiões da natureza. Um exemplo: cultuar o Sol ou a Lua.

O termo “vilão”, que hoje significa “malfeitor”, era usado para se referir aos “moradores das vilas” rurais. Os cristãos tinham tanto medo destas pessoas que fez com que a palavra ganhasse o sentido atual.

“Gárgulas” são estátuas muito presentes na arquitetura gótica. Elas servem como desaguadouros das calhas, ou seja, é por onde a água da calha sai. Além disso, faz com que a água escoe a uma certa distância da parede do prédio. Enquanto a água da calha sai através da boca da gárgula, um som esquisito vem das gargantas delas parecendo alguém fazendo gargarejo. Por isso, essas estátuas feias e amedrontadoras são chamadas de gárgulas.

Domingo em inglês é “Sunday”. Traduzindo fica “Dia do Sol”. Antigamente, o dia de rezar dos cristãos era no sábado. Mas mudaram este dia para Domingo porque a maioria dos pagãos louvava o deus-sol no “dia do sol”, ou seja, Sunday ou domingo. É que assim, ficava mais fácil deles se converterem ao cristianismo. E foi o que aconteceu.

A palavra “herege” significa “alguém que nega ou põe em dúvida a fé da Igreja Católica”. A palavra em latim “hereticus” significa “escolha”. Como sabemos há inúmeros evangelhos que não são reconhecidos pela Igreja, são os evangelhos proibidos. Quem escolheu seguir ou ler estes evangelhos, fizeram sua “escolha” e foram considerados “hereges”. Moral da história: eu sou um herege.

Bom, foi isso que achei curioso enquanto lia este livro. Ainda não o terminei. Qualquer coisa eu volto aqui e conto para vocês.

Eduardo Franciskolwisk, o Herege

Erro bobo

caixa de medicamento escrito errado blog

É um erro bobo, mas este tipo de erro me faz pensar:

1 – Que o medicamento é falso.

2 – Que se a embalagem foi feita errada, medicamento também foi.

3 – Que medicamentos similares não têm qualidade, mas são mais baratos e as pessoas os compram mesmo assim.

4 – Que herrar é umano.

5 – Que eu sou perfeccionista demais para o meu gosto e para o gosto dos outros. (Mesmo assim eu erro bastante!)

6 – Que eu sou pobre e não posso comprar o remédio mais caro.

7 – Que eu não tenho nada com isso.

8 – Que eu tenho tudo com isso, porque o assunto é saúde. A minha saúde.

Eduardo Franciskolwisk

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