quarta-feira, 4 de novembro de 2009
sábado, 31 de outubro de 2009
Provas do Concurso da Câmara de Barretos são anuladas
As provas do concurso da Câmara Municipal de Barretos, realizadas no dia 25 de outubro, foram anuladas. Segundo o site da Câmara, o concurso está temporariamente suspenso. Ou seja, os candidatos farão outra prova em uma data ainda não definida.
O que aconteceu?
Uma candidata descobriu que a empresa irresponsável pelo concurso aplicou uma prova em que algumas questões de português foram retiradas da internet. Provavelmente, o site que serviu de fonte para a prova cancelada foi o PCI – Concursos. Este talvez seja o site de concursos mais acessado do Brasil. Veja:
As perguntas 1, 2 e 3 estão nesta página. Clique aqui.
As perguntas 8, 9 e 10 estão nesta. Clique aqui.
A pergunta 14 pode ser encontrada no Google em 4 endereços diferentes. Clique aqui.
As outras questões eu não procurei. Quem quiser, pode tentar!
Se não existisse uma cláusula no contrato dizendo que, obrigatoriamente, as perguntas tinham de ser inéditas, não haveria problemas. Seriam perguntas normais e que valeriam para medir o grau de conhecimento dos candidatos. Como não foi assim, temos um problemão.
Até a 1 h do dia 31 de outubro, no site da empresa ainda não constava nenhum comunicado esclarecendo a anulação das provas. Lá deveria ser o primeiro lugar a se pronunciar sobre o fato. Na minha opinião, isso é um desrespeito com os candidatos.
E quem vai elaborar a nova prova? A mesma empresa já não dá para confiar. Se for a mesma, pode ter certeza que aí tem “coisa”!
É preciso lembrar que esta mesma empresa fará (fará mesmo?) um outro concurso na cidade de Barretos. Será que ela tem credibilidade para isso? Tendo ou não, a situação ficou estranha. Os candidatos farão a prova com um certo receio.
Devemos congratular o pessoal da Câmara que anulou as provas. O ocorrido é um fato ruim, mas mostra que eles não vão se deixar fazer de gato e sapato. Isso é importante porque a maioria das pessoas acha que “é tudo maracutaia” ou que “já é carta marcada”. Eu não sei o que achar!
Enfim, você acordou cedo à toa. Perdeu uma manhã de domingo à toa. Caprichou a letra na redação à toa. Esforçou-se ao máximo à toa. E eu também!
Eduardo Franciskolwisk
P.S.: Já que eu estou aqui falando de prova anulada que tem redação no meio, leia meu post anterior, sobre as provas de redação. Brigue por um mundo melhor e por linhas iguais para o rascunho e para a folha de resposta. E de preferência, que não tenhamos que colocar nosso nome na folha de redação. Nenhum concurso ou vestibular de confiança faz isso, pelo contrário, eles te excluem da seleção se você escrever alguma coisa que te identifique.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
As linhas do desespero
Hoje, estou aqui para reclamar. Só que além de reclamar, vou também perguntar. Quem quiser ou souber responder, me responda.
A pergunta tem relação com a prova de redação de vestibulares e de concursos: por que a folha de rascunho é completamente diferente da folha que valerá nota?
Eu morro de raiva com isso. Fico completamente perdido, pois não há como ter referências de quantas linhas já foram escritas e de quantas ainda faltam.
Será que é muito difícil para os “caras” que diagramam a prova, dar Ctrl + C (Copiar) e Ctrl + V (Colar)? Ou será que eles fazem isso de sacanagem?
Observem o que eu fiz na foto abaixo. Os dois papéis têm 5 cm de linhas e 5 cm de largura. Em um papel cabem mais palavras do que no outro porque você automaticamente diminui o tamanho da letra.
É um problema muito sério quando as alturas das linhas são diferentes. Se for alta, a letra fica grande e ocupa mais espaço. Se for baixa, a letra tem de ficar menor e ocupa menos espaço. Ou seja, você faz de um jeito no rascunho e tem de se esforçar para o texto caber ali ou, em outra ocasião, não sobrar linhas. Vão se fuder!
É por isso que, em todas as minhas redações, tento fazer 25 linhas. Eu sei que a maioria das provas pede de 20 a 30 linhas. Então, se você escrever 25 linhas, na hora de passar o rascunho para folha de respostas não corre o risco de ultrapassar 30 linhas ou de não chegar à linha de número 20. Fica a dica para vocês!
Por isso, eu já não fico tão desesperado quando isso acontece!
Eduardo Franciskolwisk
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
A Teoria do Bom Humor
Eu tenho uma teoria. Resolvi chamá-la de Teoria do Bom Humor porque todas as pessoas ao seu redor ficam com um humor relativamente bom. É raro aparecer alguma pessoa agressiva ou rabugenta.
Isso acontece porque quem estará de mau humor será você.
Experimente: a hora que você vir aquela pessoal mal-humorada ao quadrado, fique de mau humor antes mesmo dela notar sua presença. É muito importante que você esteja muito mais azedo do que ela e que quando ela vier conversar, você já demonstre que você está pior que ela.
Essa pessoa vai perceber e com certeza não encherá o seu saco. Pelo contrário, vai se comportar como um cachorrinho adestrado, um anjinho ou um integrante da Legião da Boa Vontade.
Dizem que a melhor defesa é o ataque. Então, estrague o dia dos outros antes que estraguem o seu. Agrida antes de ser agredido (verbalmente, que fique bem explicado). Mande à merda quando te mandarem passear. Grite ou perca o controle primeiro que os outros. Torture psicologicamente antes de ser torturado. Pise nas pessoas antes que elas pisem em você (acredite, na primeira oportunidade que elas tiverem, farão isso com muito gosto).
Seja o carrasco e não a vítima.
Olhando de longe, os hipócritas dirão que não é legal ser o carrasco. Falarão que ser vítima é mais “honrado”. Mas eu digo a verdade: é mais legal ser o carrasco que corta cabeças do que a vítima que será decepada. O motivo é muito simples: é questão de sobrevivência.
Alguém aí já ouviu alguma história de um camponês que foi mal educado com um carrasco? Com certeza, não! Porque se houve algum no mundo, não sobreviveu para contar.
Com o carrasco todos são educados, bem-humorados e legais. Assim, funciona a Teoria do Bom Humor. Pratique-a e deixe que os mal-humorados provem bastante do seu próprio veneno.
Eduardo Franciskolwisk
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Primeiros Socorros - Download
Quando eu estava no primeiro ano da faculdade (há 8 anos), não tinha dinheiro para participar da Semana Farmacêutica. Então, o coordenador do curso “pediu” para fazer um trabalho.
Todos os alunos que não quiseram participar do evento, tiveram que fazer um trabalho. Eu me lembro bem de como ele passou o trabalho: ele tentou coagir a gente.
É aquela velha história do nosso Sistema de Saúde. Imagina a atendente do SUS dizendo: “Ou você paga, ou vou dificultar a sua vida ao máximo! (Gargalhadas maléficas)”. Foi mais ou menos assim que aconteceu comigo.
Para participar da Semana Farmacêutica tinha que pagar. E eu não paguei. O coordenador disse “Quem não fizer a inscrição, vai ter que fazer um trabalho de, no mínimo, 25 páginas, usando 10 bibliografias em português e outras 5 bibliografias estrangeiras, em 3 línguas diferentes. Ah, e é para entregar em menos de 1 semana.” Então, fui coagido ou não? Isso não é uma forma de me obrigar a fazer uma coisa que eu não quero (ou não posso)?
Mal sabia ele que eu gostava desse tipo de coisa. Por isso, eu tentei fazer como se fosse o suplemento de uma revista. O tema era “Primeiros Socorros”. Caprichei até. Até capa bonita eu fiz. Ele pegou e nunca mais devolveu. E eu queria tanto que ele devolvesse...
Por ele não ter devolvido, comecei a fazer teorias da conspiração. Hoje, tenho certeza que ele levou o trabalho para casa dele e nunca nem abriu para ver a “bosta” que eu tinha feito. Sentado ao lado da lareira, ele jogou a minha pseudo-revista no fogo para que este não apagasse. O meu trabalho que poderia salvar vidas em situações de emergência não ajudou ninguém.
Bem, até hoje... Download - Primeiros Socorros. Espero que vocês gostem. Vocês terão pelo menos uma noção do que fazer em situações críticas.
Eduardo Franciskolwisk
sábado, 3 de outubro de 2009
O enterro da frase de 2 anos
“Um lugar secreto para me ajudar a me manter vivo, a não pirar e a realizar um sonho. Mesmo sabendo que: um dia eu me mato, já pirei faz tempo e que nunca vou realizar meu sonho. Aliás, muitos deles!”
Querendo ou não, a frase acima gerou polêmica. Estão achando que vou me matar. E eu estou achando isso engraçado. Mais de dois anos após ser escrita e publicada na página inicial, a frase acima resolveu incomodar as pessoas.
O que me incomoda é que as pessoas fragmentaram a frase e consideraram cada fragmento por si só.
O que eu quis dizer com esta frase foi “Este blog é um lugar meu, aqui é o meu mundo e só eu mando aqui. Eu sou o rei! Embora isso não faça muita diferença lá fora, no mundo real.”.
Tem que ser muito tonto para acreditar em uma frase que começa com “Um lugar secreto...”, quando o lugar não é nada secreto. Eu divulgo o blog no orkut, no twitter e no MSN. Procurando qualquer porcaria no goolge, é possível cair neste blog em que você está. Que tipo de idiota eu seria se fizesse um blog secreto e colocasse minha foto lá?
O importante nisso tudo é que eu aprendi o poder da palavra. Senti isto na pele: como as pessoas podem distorcer as coisas de acordo com seus princípios. E é possível também que eu não tenha me expressado bem.
Então, decidi substituir a frase por esta outra: “Um lugar secreto para expressar minha opinião, abrir caminhos para o pensamento das pessoas e para realizar um sonho.”.
A frase antiga, que está no começo desta postagem, não será mais usada. Ela morreu, eu matei, vocês foram o motivo e arma do crime foi a tecla “Delete”. Ela está sendo enterrada nesta postagem. Amém!
Eduardo Franciskolwisk
P.S.: A frase não morreu de verdade. É só uma metáfora. Então, não precisa ficar triste, chorar ou ir ao enterro.
sábado, 26 de setembro de 2009
Propaganda de Brinquedos
Tempos atrás senti falta de uma coisa: propaganda de brinquedo.
É bem raro que eu assista um na televisão. Talvez, porque eles passem de manhã, quando eu estou trabalhando ou dormindo. Mesmo assim, é bem evidente o fato de que os comerciais de brinquedos diminuíram bastante.
Alguns comerciais da minha época se tornaram inesquecíveis. Por exemplo, o comercial da Estrela que cantava:
“Todo segredo de um brinquedo, vive na nossa emoção. Toda criança tem uma estrela, dentro do coração. A Estrela estrelando, brincando com a gente e a gente brincando feliz. A vida é um sonho e o sonho é da gente, criança estrelando feliz.” – Ouça a música completa aqui.
Ontem, assistindo LazyTown na TV paga com meus afilhados descobri para onde foram as propagandas de brinquedos.
Mas por que escolheram a TV fechada? Com certeza porque dá mais retorno do que na TV aberta. Só assiste Discovery Kids as crianças cujos pais têm boas condições financeiras, ou seja, só filho de gente abastada.
Na TV aberta (Globo, SBT, Record) qualquer criança pode assistir, dá mais pobre a mais rica, mas serão poucos os que poderão comprar os brinquedos.
Entendeu a jogada dos caras? Foram direto nas crianças cujos pais podem comprar brinquedos caros e com qualidade. E é por isso, que a Discovery Kids tem um comercial atrás do outro de brinquedos que fazem qualquer criança sonhar.
Sonhar e pedir: “Pai, compra pra mim?”
Até eu fiquei com vontade de brincar com um dos brinquedos que foi mostrado.
Eduardo Franciskolwisk
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Para que este blog existe?
“O blog da minha mente
se estimula com o seu coração
O blog do seu coração
O blog do seu coração”
Há alguns dias, pensei seriamente em abandonar esse blog. Pensei também que este pensamento era apenas momentâneo; depois que passasse a onda depressiva, o blog voltaria à vida com novas postagens. A intenção de abandonar o blog não durou nem 48 horas. Já passei muito mais tempo trabalhando em apenas um post.
Outro dia, enquanto assistia a uma aula, me veio na cabeça: “Aonde eu quero chegar com meu blog?” e “Para onde eu quero levar as pessoas?”.
E em menos de 1 minuto, respondi. Não quero levar ninguém a lugar nenhum. Que fiquem onde estão! O negócio é levar a mente um pouco mais além. Nem que seja um passo ou por 1 segundo.
Eu quero que os posts sejam como filmes. Imagine que o blog é um cinema. Eu sou o diretor. E cada post é um filme diferente.
Alguns podem fazer chorar; outros, dar gargalhada.
Em outros posts, tento fazer com que vocês pensem na vida. Quero que vocês leiam, parem e reflitam sobre o tema. E, às vezes, não quero dizer nada. Só quero fazer o tempo passar. O seu e o meu tempo.
Quero que vocês se identifiquem e se vejam escrevendo tal post. E pensem: “E eu achando que isso só acontecia comigo!”
Às vezes, só quero trazer a tona lembranças de um tempo já vivido ou sonhar com um futuro que posso ou não viver.
De vez em quando, quero informar e explicar assuntos. Mas na maioria das vezes é só para reclamar da vida e confundir os navegantes. Porém, não faço isso por mal. É que a minha bússola quebrou e passei a dar algumas informações por instinto.
Tem postagens que são escritas somente para contar histórias. Outras, para contar mentiras.
Outras para acalmar. Ou melhor, me acalmar.
Nunca o filme fica perfeito, nem meus post. Mas essa é uma lição muito importante: nada vai ficar perfeito. Ou a coluna vai ficar um pouco torta mesmo justificada, ou a figura não ficará no lugar exato onde eu queria. Eu fico doido com isso, mas vou aprendendo a engolir.
Este blog não é jornalístico. Embora, de vez em quando, eu tenha a intenção...
Este blog existe porque espero que fique para a eternidade. Seria a minha pequena contribuição para o mundo e talvez, futuramente, para o Universo. Ou para ninguém. Nunca se sabe quando os dados virtuais vão desaparecer do mundo. Nesse quesito os papiros e pedras têm uma qualidade bem melhor.
Este blog existe para ser o melhor blog de Barretos. E existe, sobretudo, para que seja “O blog do seu coração”.
Eduardo Franciskolwisk
sábado, 12 de setembro de 2009
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
São eles!

Que emocionante!
"Hakuna Matata, é lindo dizer.
Hakuna Matata, você vai entender."
Por essa ninguém esperava: uma foto dos criadores da filosofia "Hakuna Matata" passeando e aproveitando a vida, sem nenhum problema na cabeça.
Timão e Pumba: uma prova de que a amizade pode realmente acontecer em nossas vidas. E você achava que era só no desenho, né? Eu também achava...
"Os seus problemas
você deve esquecer
Isso é viver,
É aprender.
Hakuna Matata"
Eduardo Franciskolwisk



