Conhecendo o Leitor

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quinta-feira, 9 de abril de 2009

Tic tic nervoso

Todo mundo tem um tique que vem à tona quando estamos nervosos ou ansiosos. Mesmo que ele esteja bem escondidinho dos outros e que só nós saibamos dele.

Existem vários tipos de tiques: roer unha, morder a bochecha, piscar os olhos duas vezes seguidas, puxar e enrolar o cabelo, diversas contrações involuntárias de uma das pálpebras, piscar os olhos muito rápido e com força, etc.

O meu “tic tic nervoso” é a contração da pálpebra de um dos olhos várias vezes seguidas. Acontece, às vezes, quando eu estou estressado, muito cansado ou ansioso. E eu tento evitar que as pessoas vejam, mas por ser no rosto, acho que não tenho muito êxito. Morro de vergonha! Mas ainda tenho a esperança que de ninguém tenha notado...

O que eu acho mais esquisito é o tique em que pessoa pisca os olhos duas vezes seguidas. Aquilo me dá coisas... como por exemplo, vontade de bater na pessoa. Felizmente, fiquei só na vontade e pretendo continuar assim.

Não importa qual é o seu tique e nem se as pessoas ficam com vontade de te espancar. Você tem que ficar atento a esse sinal do seu corpo e pegar mais leve com você mesmo. O tique é um aviso de que talvez não valha a pena ficar tão estressado, ansioso, nervoso e cansado.

Quando ele começar, é hora de relaxar mais. E se for preciso, mandar quem te estressa para a puta que pariu.

Eduardo Franciskolwisk

P.S.: Saibam mais sobre o assunto

O que é tique nervoso?
O tique é qualquer gesto compulsivo e repetitivo, seja ele uma contração muscular (tique motor) ou uma vocalização (tique fônico). Quando uma pessoa tem vários cacoetes (o mesmo que tiques) diários significa que ela tem a Síndrome de Tourette, que é um distúrbio neurológico descrito pela primeira vez em 1885 por um médico francês chamado Gilles de la Tourette.

Por que o tique acontece?
Alguns cientistas acham que o tique é causado por uma falha em um dos circuitos cerebrais e que teria origem hereditária. Outros acham que os tiquem começam por causa do estresse, ansiedade ou emoções muito fortes. Eu acho que a resposta verdadeira está ma mistura das duas opiniões dos cientistas.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

O maior dos meus erros

“Il mio sbaglio più grande, ma che rifarei”

Estou de Férias! Férias forçadas. Eu me forcei!

Talvez, eu tenha feito cagada. Mas, e daí? Sempre tentei fazer tudo certinho e impecavelmente perfeito, tenho o direito legal de fazer cagadas. E essa foi só a primeira de muitas que me forçarei a fazer.

Sinceramente, na maioria das vezes, acho que fiz a coisa certa. Tenho de pensar mais em mim e menos nos outros (porque estes não pensarão em mim nos momentos eu que mais precisar, isto é fato). Tenho de ter menos medo dos outros e mais coragem de ignorá-los. Mas isso para mim, é difícil. Não consigo ignorar até mesmo as pessoas mais ignorantes, embora, aos poucos eu tenha trabalhado isso e venho tendo êxito. A minha filosofia agora é: “Seja mau com os outros e bom com você.”. É assim que as pessoas pensam e agora eu também.

Pode ser que eu esteja dizendo besteira, mas aí vai: sempre achei que a chantagem emocional (ou a tortura psicológica) machuca mais do que a dor física. Sei que a minha emoção me faz melhor do que as outras pessoas, mas sei também que ela é o meu “tendão de Aquiles”. Isso consegue me derrubar.

Para toda ação, há uma reação. Não podemos ficar só vendo a ação nos machucar, é preciso reagir. O quanto antes, de preferência. É preciso que eu volte à minha filosofia: “Bateu, levou!”.

Estou aprendendo a pôr a língua para fora da bainha. Sim, ela é afiada, corta com facilidade e pode machucar para sempre algum coração. Em relação às palavras, sempre me controlei no que diria, pois sei que tenho uma arma branca muito perigosa.

Tenho de voltar a ser aquela pessoa que não tinha medo de nada, que falava tudo o que pensava e que pulava no precipício por um ideal próprio e que muitas vezes era completamente errado!

E eu estou no caminho certo, no entanto o dinheiro pode me colocar no caminho errado a qualquer hora. Ele será benvindo*. Eu adoro dinheiro. Igual às outras pessoas. A cada dia que passa eu gosto mais de dinheiro e menos de gente.

O mundo está me fazendo uma pessoa ruim. Eu tento lutar contra isso, mas sinto que perderei a batalha! Acho que não devo mais pensar nesse assunto, afinal de contas, eu estou de férias. Pode ser que essa minha cagada tenha sido o maior dos meus erros, mas eu refaria!

Eduardo Franciskolwisk

* É assim que escreve bem-vindo na nova regra do português?

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