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domingo, 25 de setembro de 2011

Frases sobre Suicídio

"Só vivo porque posso morrer quando quiser: sem a idéia do suicídio já teria me matado a muito tempo."

"A dificuldade de praticar o suicídio está nisto: é um ato de ambição que só pode ser realizado depois de superada toda a espécie de ambição."

"O suicídio não é querer morrer, é querer desaparecer."

"O suicídio demonstra que na vida existem males maiores do que a morte."

"O suicídio é a porta de saída do covarde."

“Há pessoas que só não se matam por medo do que os vizinhos irão pensar.”

“Suicídio é uma solução permanente para um problema temporário.”

“Não é que o suicídio seja sempre uma loucura. (…) Mas, em geral, não é num acesso de razão que nos matamos.” Voltaire

“Suicídio é, freqüentemente, apenas um grito por ajuda que não foi ouvido a tempo.”

"A ideia do suicídio é uma grande consolação: ajuda a suportar muitas noites más."

"Quando uma pessoa pensa em suicídio, ela quer matar a dor, mas nunca a vida."

"- O suicídio tanto pode ser afirmação da morte como negação da vida. Tanto faz.
- É mentira. E vou explicar: o suicida é aquele que perdeu tudo, menos a vida."

"Chega a hora em que a dor te faz cogitar o suicídio, mais ai eu penso: para que me matar se tem pessoas que se matariam por mim? – então ai eu descubro que a melhor forma de conviver com a dor é aceitando-a."

"Suicídio é uma maneira de dizer à Deus: "não precisa me despedir, eu me demito." Rita Lee

"Fui cometer suicídio! Volto em duas semanas se der errado!"

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Tchau, Farmácia

despedida

Fiz farmácia, mais precisamente farmácia-bioquímica. Durante os 4 anos de faculdade, nunca imaginei que fosse trabalhar com outra coisa. Sempre fui cabeça-dura comigo mesmo, com a minha vida. “Se fiz farmácia, tenho que morrer trabalhando nisto.” Sempre levei a minha vida de forma ditatorial e burra.

Eu mudei. Agora vejo que posso ser várias coisas e que se uma não der certo, posso tentar outra. Não preciso ser necessariamente farmacêutico. Posso ser escritor (isso sempre fui), lixeiro, padeiro, prostituto, médico, fotógrafo, criminoso (sim, aqui no Brasil é profissão), professor, etc. Eu não enxergava isso.

Reconheço que tive sorte no começo da carreira farmacêutica, mas fiz burrada. Além disso, eu não estava psicologicamente preparado para algumas coisas da vida. Nunca mais tive uma oportunidade digna de emprego, então, para mim a farmácia não deu certo.

Na verdade, fiz farmácia por falta de outra oportunidade. Na época, foi a única opção que me foi dada. Então, agarrei-a e disse para mim mesmo “É com essa que eu vou!”. E aprendi a gostar dela, admirar e respeitar. Mas não deu certo e de certa forma eu me culpava por isso.

Então, comecei a me inspirar em outras pessoas que também fizeram faculdade e não seguiram trabalhando na área em que formaram. Comecei a prestar concurso público seja lá do que fosse.

Passei em um concurso público de nível médio e fui chamado. Me ligaram ontem para confirmar que eu começo na segunda. Lá paga praticamente igual ou mais do que se eu estivesse trabalhando como farmacêutico em Barretos. E eu não encontrava emprego fazia mais de 2 anos.

Por isso, estou deixando a farmácia. E eu preciso dizer isso:

— Obrigado pelos momentos bons, por tudo o que eu aprendi (ou tentei aprender) e por me fazer ver as pessoas de forma mais humana. Porém, nem tudo são flores e a situação atual fez com que não possamos mais seguir juntos. Talvez, no futuro, a gente volte a se encontrar, só que hoje eu preciso muito me despedir de você e dizer: Tchau, Farmácia!

Eduardo Franciskolwisk

P.S.: Este foi o post mais difícil que escrevi até hoje porque me perdia muito.

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