quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Lendo “O Código Da Vinci”

o codigo da vinci

Atualmente, estou lendo o livro “O Código Da Vinci” de Dan Brown. Você ficaria boquiaberto se soubesse que estou lendo este livro já faz 4 anos. Mas não vai saber porque não vou te contar isso.

Na realidade, eu comecei a ler em 2006, mas parei bem no começo do livro. Depois, em 2010 comecei a lê-lo com a intenção real de terminar. Porém, sou lerdo para ler. Não porque sou retardado, mas porque gosto de ler devagar para “saborear” a história.

Poucas pessoas sabem que quando lemos, qualquer coisa que seja, estamos estudando e sempre aprendendo. Com o Código da Vinci não é diferente. E estou aprendendo coisas que nunca imaginei que existissem um porquê. Como sou gente boa, vou compartilhar com vocês.

O termo “pagão” vem do latim “paganus”, que significa “habitantes do campo”. Portanto, os “pagãos” eram pessoas do meio rural que não tinham recebido os ensinamentos cristãos e que se apegavam às velhas religiões da natureza. Um exemplo: cultuar o Sol ou a Lua.

O termo “vilão”, que hoje significa “malfeitor”, era usado para se referir aos “moradores das vilas” rurais. Os cristãos tinham tanto medo destas pessoas que fez com que a palavra ganhasse o sentido atual.

“Gárgulas” são estátuas muito presentes na arquitetura gótica. Elas servem como desaguadouros das calhas, ou seja, é por onde a água da calha sai. Além disso, faz com que a água escoe a uma certa distância da parede do prédio. Enquanto a água da calha sai através da boca da gárgula, um som esquisito vem das gargantas delas parecendo alguém fazendo gargarejo. Por isso, essas estátuas feias e amedrontadoras são chamadas de gárgulas.

Domingo em inglês é “Sunday”. Traduzindo fica “Dia do Sol”. Antigamente, o dia de rezar dos cristãos era no sábado. Mas mudaram este dia para Domingo porque a maioria dos pagãos louvava o deus-sol no “dia do sol”, ou seja, Sunday ou domingo. É que assim, ficava mais fácil deles se converterem ao cristianismo. E foi o que aconteceu.

A palavra “herege” significa “alguém que nega ou põe em dúvida a fé da Igreja Católica”. A palavra em latim “hereticus” significa “escolha”. Como sabemos há inúmeros evangelhos que não são reconhecidos pela Igreja, são os evangelhos proibidos. Quem escolheu seguir ou ler estes evangelhos, fizeram sua “escolha” e foram considerados “hereges”. Moral da história: eu sou um herege.

Bom, foi isso que achei curioso enquanto lia este livro. Ainda não o terminei. Qualquer coisa eu volto aqui e conto para vocês.

Eduardo Franciskolwisk, o Herege

Um comentário:

  1. Ao contrário de você eu sou muito gulosa para ler; li "O código da Vinci" em 2008, acho que não levei nem quatro dias, rs. Eu fiquei de cara quando "aprendi" coisas muito simples nesse livro que parecia que o mundo inteiro conhecia MENOS EU - vou omitir em respeito a você. Eu sempre me interessei por culturas pagãs; e eu acho incrível que as pessoas hoje digam que paganismo "é coisa do demônio" quando se referem aos nossos antepassados mas quando se referem as pessoas lá na Índia simplesmente falam que é "uma cultura diferente".

    Leia "Anjos e Demônios" também, muito bom.

    Tenha uma boa leitura e bom fim de ano

    abraços

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